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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Segundo Capítulo de Encontros Casuais

No hospital, kathleen sofre de dor e os enfermeiros pedem a ela mais coragem naquela situação gravíssima. As lágrimas escorrem pelo seu rosto no momento que ouve-se choros.
_kathleen, você conseguiu! Seu filho veio ao mundo. _diz a enfermeira que corta o cordão umbilical do recém nascido e o levanta pra ela ver.
Kathleen sorri emocionada ao ver o pequeno bebê ali nas mãos da enfermeira, que sorri feliz também.
_aqui está ele! _ela o envolve num lençol branco e põe nos braços da jovem.
_meu filho! Como ele é bonito, perfeito!
_ele tem sorte em ter uma mãe corajosa e forte como você. _diz a cirurgiã contente ao vê-la.
_filho, eu prometo que vou cuidar muito bem de você. _diz kathleen, feliz da vida.
Ezequiel e keyla aguardam na sala de espera quando a enfermeira traz a notícia maravilhosa.
_o seu neto acabou de nascer, senhor Ezequiel!
_Deus seja louvado! _ele agradece, contente.
Keyla dá pulos de alegria.
Ezequiel telefona pra Téofilo e comunica o nascimento do neto, deixando todos felizes do outro lado da linha.
Nesse ínterim, o telefone toca e D. Lurdes atende gentilmente.
_alô, mãe! _diz Fábio do outro lado da linha.
_filho, quanta saudade! Como você está?
_bem, mãe. E a senhora?
_também, meu filho. Onde você está?
_estou ainda em Alagoas, mãe.
_você não mandou nenhuma notícia. Me deixou preocupada.
_desculpe por não ter ligado antes. _ele pede.
_você é louco, filho. Você foi totalmente irresponsável pela situação de kathleen.
_mãe, a senhora sabe que eu não queria esse filho.
_é claro que eu sei, ora, mas você devia pelo menos assumir a responsabilidade, né?
_desculpa por ter deixado a senhora em maus lençóis com Ezequiel.
_você devia ter evitado isso, filho. Mas eu não vou discutir mais esse assunto.
_como a kathleen está?
_bem. Ela está no hospital agora e segundo me contaram agora pouco, seu filho acabou de nascer.
_que bom mãe! Desejo sorte pra ela.
_por que você não toma juízo agora e vem pra cá, pelo menos conhecer o seu filho.
_acho que não seria uma atitude legal, mãe. Ezequiel está irado comigo.
_ele não vai fazer nada contra você, meu filho. Ele só quer que você assuma o que fez. Apenas isso.
_eu vou pensar, mãe. Eu vou ter que desligar agora. tenho uma festa pra ir.
_filho, não esqueça de sua mãe, ta! Pense no que eu te disse e vê se resolve logo esse pepino, que já estou farta dessa história.
_tudo bem. Até! _ele desliga. _E então vai rolar a festa mesmo na piscina? _ele pergunta a um dos amigos que bebem cerveja e zoam na praia.
_Vai rolar sim e vai ter várias gatas!
_Tô dentro hein? Não esquece de me levar não. _diz ele, sem sem preocupar com nada.


Um tempo se passa...
Na pequena cidade de São Lourenço, Ezequiel traz as compras e encontra Vinícius chorando nos braços da mãe.
_pai, ele está chorando muito. O que faço?
_eu sei que é difícil, filha, mas você deve ser forte e preparada pra tudo o que vier.
_se ao menos aquele traste estivesse aqui pra me ajudar. _diz ela as lágrimas. _filho, fica quieto! O que você quer, ora?
_esqueça aquele safado, kathleen! Ele jamais vai te procurar. Tente entender que ele não quer ser o pai dessa criança.
_eu sei, pai, mas o meu filho não sabe.
_por isso que eu acho melhor esquecer que ele existiu em sua vida. Por mim, o meu neto não vai conhecê-lo.
_pai, ele tem direitos. Eu não posso negar que ele o veja. Sei que é chato, mas ele tem esse direito. Eu sei disso por que conheço uma amiga que também passou por isso.
_esse problema já é seu, filha. Só não esqueça o que você está passando por causa dele. _diz Ezequiel, saindo da cozinha.
Kathleen olha o bebê e reflete sozinha.
_o que eu faço meu Deus?
E Vinícius não pára de chorar.
Ezequiel encontra D. Lurdes no portão.
_vim falar com a kathleen.
_na cozinha. _ele responde severo.
Kathleen encontra a mãe de Fábio na porta, encarada para o neto.
_ele está bem? _ela pergunta curiosa.
_sim. Eu sou inexperiente demais pra isso. Ele não pára de chorar.
_deixa eu pegá-lo! _ela toma o neto nos braços. _eu falei com o pai dele.
_por favor, D. Lurdes, eu não quero que a senhora traga notícias sobre ele.
_calma, kathleen! Ele é o pai e têm direitos. Você sabe disso!
_sim. Eu sei. _ela responde.
_ele pretende conhecer o menino.
_só conhecer? _Ela se intriga.
_não. Talvez, ele assuma a criança.
_Me desculpa mas eu não quero que ele faça isso. Ele tem esse direito por lei, mas eu não quero.
_você ainda gosta do meu filho?
_não. O meu sentimento por ele acabou no momento em que ele me deixou na mão.
_eu sinto muito que o meu filho tenha feito essa bobagem mas eu conversei com ele e ele pretende mudar.
_D. Lurdes, eu não quero ter nenhum tipo de mágoa com o Fábio. Tudo o que eu quero é apagar ele da minha vida. Apenas isso! _diz ela, determinada. _Meu filho vai crescer e não saberá de nada á respeito do pai.
_E eu Kathleen? Eu gosto muito do Vinícius. Sou avó dele e você não pode me impedir de vê-lo. _diz ela séria.
Kathleen fica pensativa por alguns instantes e diz:
_Eu sinto muito mas eu não quero que o seu filho se sinta obrigado a assumir algo que ele deixou bem claro no passado que não assumiria. Ele pode ver o Vinícius mas eu não quero que ele assuma.
_Mas seu pai diz o contrário e eu concordo com ele. Fábio é o pai dessa criança. Ele deve assumir a responsabilidade sim queira você ou não. _diz D. Lurdes sensata.
Semanas depois, Fábio reaparece no bairro e encontra Ezequiel, que fica bravo ao vê-lo.
_finalmente, nós nos encontramos!
_Ezequiel, eu vim em paz!
_eu não quero brigar com o pai do meu neto. Apenas quero dar um conselho: jamais procure a minha família de novo!
_eu quero ver o Vinícius.
_quem é você pra ter esse direito?
_pai, deixa ele! _interfere kathleen. _deixa ele apenas ver o filho!
_kathleen, que bom que você não sente mágoa de mim.
_como você sabe, Fábio? Você não conhece o meu pensamento.
_Filha! _diz Ezequiel tenso e Kathleen pede calma.
Kathleen pede pra ele entrar e ele aceita.
_hei, Vinícius! Sou eu, o seu pai. _ele diz ao menino que não entende nada no que ouve.
_ele tem cinco meses! _diz kathleen.
_ele é muito bonito. Você escolheu o nome?
_sim. _ela responde. _acho que precisamos conversar né?
_claro. _ele diz se afastando.
Bem afastado de todos, kathleen tem a chance de reunir a família ao lado do ex, mas os seus planos não eram o que esperava.
_você quer o Vinícius? _ela se desespera.
_isso mesmo. Eu voltei pra buscá-lo e entrarmos num acordo negociável. _diz ele, pegando o cheque do bolso.
_então, volte pra Alagoas sozinho, porque o meu filho não vai contigo.
_kathleen, eu tenho uma ótima estabilidade. Eu posso dar  boas  condições para o Vinícius. Eu tenho meios de criá-lo.
_eu não vou aceitar o seu acordo e ponto final. Eu estou cuidando muito bem do Vinícius sem a sua ajuda e você não vai tirá-lo de mim.
_bem, você venceu por enquanto. Eu não vou desistir do meu filho.
_nem eu, Fábio. _diz ela, sem medo. _você pode tentar de tudo, mas eu vou mover céus e terras pra garantir que o meu filho fique do meu lado. Eu sei que eu vou sofrer, mas estou decidida á enfrentar tudo com a cabeça erguida.
_Então você não vai aceitar minha proposta?
_Não. Você perdeu seu tempo vindo na minha casa e oferecer uma proposta dessas.
_Kathleen você continua a mesma teimosa de sempre. Tudo bem que antes eu não me importava com nada, só vivia em festas, ficava com qualquer garota mas eu mudei. Eu estou a fim de recomeçar a minha vida entende? Eu estou cansado de baladas, de tudo. Eu quero construir um futuro nem que seja ao lado do meu filho.
_Nossa! Você me surpreende mesmo né? Cansado de baladas. Cansado de tudo. Enquanto eu precisava de um apoio seu, você me esnobava. Agora você precisa do meu filho! Corta essa Fábio. Eu não preciso da sua grana e nem portanto vou deixar você entrar na vida do Vinícius como se nada tivesse acontecido. _diz ela firme e decidida.
Fábio percebe a determinação da jovem e consente, saindo porta afora.
Os anos foram passando e kathleen foi aprendendo a difícil lição de criar um filho sozinho. Vinícius foi crescendo aprendendo com a mãe, o avô e a sobrinha. Fábio viajara pra Alagoas novamente e fez a sua vida. Ele seguiu seu destino ao lado da mãe, que também fora morar por lá.
No dia seguinte, kathleen passeia com o filho no supermercado, que agora tem cinco anos de idade. Kathleen tem vinte e quatro anos atualmente e Sheyla, uma amiga a acompanha no passeio.
_kathleen, se você reencontrasse o seu antigo paquera, o que faria?
_Sheyla, não sonhe com isso! Faz muito tempo. Hoje, ele deve estar casado e com filhos.
_é apenas uma suposição. _ diz a loira jovem de vinte e sete anos, magra e olhos azuis claros.
_tudo bem. Eu o cumprimentaria e contava o que foi a minha vida nos últimos tempos.
_não. Assim você exagera. O certo seria: eu cumprimentaria e perguntava o que faz da vida atualmente.
_vamos voltar pra realidade, ok! Ele jamais me encontraria de novo. Talvez, ele nem se lembraria de mim. Nossas vidas mudaram muito desde o tempo da escola. _diz ela, puxando o menino pelo braço e esbarrando num rapaz alto moreno e de óculos escuros, na porta do supermercado. _desculpa, moço! _ela fixa seus olhos aos dele. _você?
O rapaz a encara fixamente, desconhecendo-na.



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