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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Terceiro Capítulo - Encontros Casuais

Sheyla percebe a surpresa de kathleen ao ver o rapaz desconhecido e acredita que ela o conhece.
_moça, está tudo bem? _ele pergunta.
_não me reconhece, Wellington? _pergunta ela, feliz.
Ele observa atentamente o perfil da jovem e custa acreditar no que vê.
_kathleen? _ele arrisca.
_que bom que você não esqueceu de mim! _ela diz surpresa.
_nossa! Quanto tempo!
_eu é que digo. Como você está?
_bem e você.
_também estou bem. Essa é minha amiga Sheyla. _ela apresenta. _ e esse é o meu filho Vinícius.
_prazer em conhecer, Sheyla! _ele a cumprimenta. _eu não sabia que você tinha um filho.
_pois é, a vida deu uma guinada nos últimos tempos.
_bem, a gente se vê por aí, então. _ele se despede.
_claro! _ela responde gentil.
Wellington se despede de Vinícius e entra no carro e Sheyla diz:
_incrível essa coincidência!
_a culpa é sua! _brinca ela.
_Nossa! Tô perplexa. _diz Sheyla.
Enquanto isso em Curitiba - PR, Estela passeia com Cecília no shopping e o assunto do dia é sempre Wellington.
_o que ele foi fazer lá em Minas? _pergunta Cecília.
_ele foi conhecer tal projeto do amigo dele. É a construção daquele edifício que ele andou fazendo a planta.
_e ele vai voltar quando? _pergunta a jovem de cabelos morenos até o pescoço e olhos castanhos.
_depois de amanhã. _ela responde.
_então, por que está tão preocupada? Meu irmão não vai te trocar por outra.
_eu confesso que temo muito com isso, Cecília. _diz a mulher de cabelos compridos loiros escuros e olhos verdes.
_bobagem, Estela! Wellington só tem olhos pra você.
_bom, eu espero que você tenha razão, menina! _diz a jovem, sensata. _Eu não gosto de ser passada pra trás. Não mesmo!
Cecília sorri com as palavras da jovem.
Do outro lado da trama, temos Arthur, um estudante. Nair e Teófilo são os seus pais. Arthur tem uma irmã que não faz parte do seu sangue. Rubi é seu nome. Ela era uma jovem mimada que adora se divertir em baladas e funk, além, é claro de se intrometer nas maiores confusões. Diferente do seu irmão, que tem um sonho de ir pra olimpíadas por causa do seu esporte preferido: natação. O estudante adora mergulho e altas ondas. Também temos Simone, uma cabeleireira boa de briga que não tolera as atitudes de Rubi. Ela tem uma filha chamada Débora, que cursa o ensino médio. E nossa história não termina aqui! Também temos Ariosvaldo, um jovem estudante que deseja ser técnico de informática e que nutre um grande amor por Cecília, que o vê como um simples amigo. Por causa desse amor não correspondido, Daisy é a única pessoa que lhe dá a maior força pra desistir da jovem, pois acredita que o melhor amigo tem chances de conhecer novas amizades e então enxergar ela. No oriente extremo, temos o japonês Takiro, um oficial linha dura que faz de tudo pra ver seu filho Hiroshi casado e com uma boa estabilidade financeira. Hiroshi é um rapaz aventureiro que cursa turismo e sonha alto. Ele é um jovem culto e fala diversos idiomas.
Que tal conhecê-los agora?
Na escola em Curitiba, Ariosvaldo e Daisy ouvem o sinal bater e saem da sala de aula carregando os materiais escolares.
_amanhã, eu vou á sua casa pra poder terminar o trabalho de biologia. _diz ela.
_claro. Eu estarei esperando.
_oh, não! É a Cecília e a amiga dela. _ela resmunga.
Ariosvaldo sorri feliz com o encontro de sua amada.
_Ariosvaldo, eu não sei por que está feliz se ela não te dá a mínima. _diz Daisy, indignada.
_Daisy, eu não posso virar a cara pra ela depois que recebi uma negativa.
_eu sei que não, Ariosvaldo, mas você devia esquecê-la.
_eu não posso. Ainda gosto dela e não consigo tirá-la daqui de dentro. _ele justifica, batendo no peito. _eu quero ela!
_desencana, amigo! Essa garota não te quer.
_eu acredito numa segunda chance.
_acorda! Cecília já te deu prova suficiente de que você deve partir pra outra. Você leu aquela carta, não leu? Pois é, aquilo que ela escreveu prova o contrário do que você pensa.
_Daisy, ela pode ter me dito que não queria nada comigo, mas um dia, a minha sorte pode mudar. Eu vou falar com ela.
Daisy tenta interferir, mas não consegue.
_ele nunca me ouve. _diz ela, pensativa.
Ariosvaldo segue na direção de Cecília e puxa uma conversa.
_oi. Tudo bem?
Uma das amigas de Cecília decide sair.
_Cecília, eu vou indo. Depois a gente conversa, ok?
_tudo bem! _ela diz e depois, cumprimenta  o rapaz. _oi!
_eu queria te falar um assunto importante. Você tem companhia pra sábado á noite?
_sim. Eu tenho. Eu vou com um amigo. _ela responde.
_ah, claro. _ele se desanima.
_deixa pra próxima, ta legal! Tchau! _ela sai, levando as suas coisas.
Daisy observa o amigo e se cala.
_ta legal! Você tem toda a razão! _ele responde a Daisy, que a encara séria. _Mas eu não vou desistir.
_Ok amigo! Então vamos pra casa agora?
Ariosvaldo coloca a mochila nas costas e a acompanha.




Tókio - Japão

Nesse instante, Teófilo e Nair assistem a TV, quando Arthur chega da aula.
_como foi, filho, a sua aula? _ela pergunta curiosa.
_foi legal, mãe! _ele responde. _eu vou pro quarto.
_Nair, eu estou sentindo falta da Rubi nessa casa. _diz Teófilo á Nair que muda de expressão. _onde será que ela está?
_ela deve ter saído com as amigas dela.
_você nem fica preocupada, né?
_Teófilo, eu não quero discutir esse assunto agora.
E a espevitada Rubi não pára de aprontar por aí.
_você é doida! _diz uma das amigas dela. _não pode entrar aí! E se tiver alarmes?
_eu não estou nem aí. _responde a jovem, quebrando o cadeado da garagem de uma casa vizinha. _quando o alarme disparar, já estaremos longe.
_você é doida mesmo! _diz a amiga.
De repente, Simone cruza a esquina e uma delas a vê.
_Rubi, olhe e veja quem está ali! _ela aponta.
Rubi observa Simone acendendo um cigarro no meio da calçada e fica irada.
_o que ela faz justamente nessa hora por aqui?
_eu que sei, Rubi. Acho melhor nós irmos embora antes que ela dê com a língua nos dentes.
_que droga! _diz Rubi, fugindo depressa dali, sem Simone perceber.
Em Tókio - Japão, Takiro e seu filho tomam um chá logo pela manhã.
_pai, eu vou para o Brasil! _diz Hiroshi, determinado.
_por que escolheu justamente o Brasil pra fazer a sua pesquisa?
_pai, são apenas alguns meses. Quero conhecer os lugares por lá. Tenho uma grande curiosidade em saber o que os brasileiros gostam de fazer e o que não gostam.
_você tem a internet, filho, que faz tudo de graça.
_é diferente, meu pai! Por favor, não me impeça isso!
_tudo bem! Você é que decide. Quer conhecer o Brasil? Conheça! Vá em frente! _diz Takiro já aborrecido.
_eu prometo que não vou demorar a voltar, meu pai. _ele sai, deixando Takiro pensativo.
_e quanto á sua futura noiva Yuko? Ela não merece que você a deixe por uma aventura turística. _ele grita antes que o rapaz se afastasse de vez.
Neste momento, ele volta pra casa e responde:
_eu vou conversar com ela ok! Ela vai entender.
_você e suas aventuras. _diz Takiro, severamente.
Voltando ao nosso país, kathleen observa as fotografias de quando era criança e de quando conhecera Wellington. Em sua mente, uma vaga lembrança......
_posso me sentar aqui? _perguntara Wellington, usando aquele uniforme de colégio com uma merendeira nas mãos.
_claro. _ela ficara encantada logo no primeiro encontro.
_você aceita uma maçã? _ele oferece gentilmente.
A partir dali, ela ficara interessada no novo amigo de escola e achava que um dia, os dois podiam seguir caminhos iguais. Ela se apaixonara por ele logo no primeiro instante. A realidade volta....
_por que você reapareceu? _ela pergunta, pensativa em seu quarto, com uma das mãos na foto do rapaz.
Wellington dialoga com o amigo Francisco, que lhe serve um copo de cerveja.
_quais são as novidades que fez sua expressão mudar de repente? _ele pergunta.
_hoje reencontrei uma amiga de infância.
_qual delas? _ele brinca.
_kathleen. _ele responde.
_não acredito! A sua amiguinha de escola que não tirava os olhos de você? Cara, que sorte!
_sorte? Francisco, eu e a kathleen nos conhecemos na escola e nada rolou entre a gente depois. Meus pais foram obrigados a se mudar por negócios financeiros e nós dois tivemos que nos afastar.
_eu sei dessa história. Por isso que eu digo que você tem sorte. Quem sabe esse reencontro não valha a pena!
_acho que não, amigo. Kathleen deve estar casada agora, pois eu tive o prazer de conhecer o seu filho.
_você viu aliança no dedo dela pra achar que ela é casada? Amigo, você nem reparou nisso!
_tem razão! Não reparei. Mas isso não significa que ela pode estar comprometida. Afinal, nossas vidas mudaram.
_Suas vidas podem ter mudado, mas você não tem certeza de nada, Wellington. Tente conhecê-la um pouco mais. Quem sabe, sua dúvida não seja esclarecida.
_vou pensar no seu caso, Francisco. Você também não pode esquecer um pequeno detalhe: Estela!
_e por falar nela, como será que ela está reagindo sem você por perto? Afinal, ela tem um ciúme bravo por você!
_eu não sei, Francisco, mas ela tem que reconhecer que ela não é minha dona. Estamos apenas namorando.
_cara, você precisa decidir logo a sua vida sentimental. Estela não vai te perdoar se você a deixar na mão não.
_sabe qual é o problema da Estela? Ela quer casar e eu não estou pronto. Você me entende, né?
_claro. O sonho de todas as mulheres é o casamento. Pelo menos, eu conheço algumas que pensam desse jeito.
_pois é! O que eu faço, hein? _pergunta ele, sério.
_bem, tome a sua cerveja e pense bem antes de tomar qualquer atitude. _diz Francisco, saindo.
Wellington observa o copo de cerveja em sua frente e murmura:
_será que kathleen está sozinha mesmo?
Rubi chega em casa ouvindo um mp3 num volume médio, quando Teófilo a encontra.
_filha, onde estava? Fiquei preocupado!
_paizinho do meu coração, não precisava ficar preocupado com a minha ausência. Eu saí com algumas amigas.
_vê se da próxima, avisa, ta bom, minha princesinha.
_tudo bem! Eu vou para o meu quarto agora. Estou super cansada.
_vai, minha filha. Vá descansar!
Nair ouve da escada e comenta pra si mesma.
_que pai cego, meu Deus!
De manhã, Ariosvaldo encontra Cecília no parque e decide falar com ela de novo.
_oi! _ele diz.
_oi, Ariosvaldo. _ela cumprimenta.
_o que faz por aqui sozinha?
_eu estou esperando uma amiga.
_ah, bem. Cecília, posso te fazer uma pergunta?
_depende da pergunta, Ariosvaldo.
_bem, eu só queria saber o que você realmente sente por mim?
_bem, você sabe perfeitamente o que eu sinto por você. Aliás, você está cansado de ouvir isso.
_eu não quero ser seu amigo, Cecília. Eu quero ser mais do que isso.
_por favor, me esqueça, ok! Esqueça desse sentimento que tem por mim, que não vai dar em nada mesmo. Tudo o que eu quero de você é apenas amizade e ponto. Será que é tão difícil entender ou você quer que eu desenhe?
_não é difícil, Cecília, mas não é fácil pra mim.
_te enxerga, Ariosvaldo! Você seria o último cara que lhe daria uma chance. Procura outra e me esquece!
_desculpa por ter lhe enviado aquela carta.
_cara, você é um grande amigo, um parceiro, mas eu não sou a pessoa certa pra você, não. Você merece uma pessoa melhor. Eu sei que você vai encontrar alguém melhor. Desculpa por te falar isso! _ela diz e sai, deixando o rapaz abatido.
Wellington passeia pelas ruas da cidade de São Lourenço, quando encontra kathleen com o filho no portão de sua casa.
_kathleen, como vai?
_Wellington, que prazer te ver de novo!
_pois é eu estava passando e acabei encontrando a sua casa.
_que bom que a gente se reencontrou de novo!
_bem, eu não sabia que você morava ainda aqui.
_sim. Eu moro com meu pai e uma irmã.
_como está o Vinícius?
_bem. Você aceita entrar pra tomar um café?
_claro. Eu adoraria. _ele sorri, alegre.
Kathleen fica feliz com a resposta do amigo.



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