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sexta-feira, 13 de junho de 2014

Novela "Carmem" - 2º Capítulo


Toreador, em guarda, Toreador Toreador!
E considerar, sim, sonhar em combate
Um olho negro está te observando,
E que o amor espera por você
Toreador, o amor espera por você!


(Tradução da ária “toureador en garde” da ópera Carmem)


empresario da bola.jpg


Quando antigamente ele  vivia aquela vida de sacrifício em que tinha que pegar o trem cheio na estação de trem no bairro onde foi criado na Vila brasilâdia, para ir para a sede do Clube para o time de base para os treinos, nos duros tempos de aspirante de grande jogador, tinha que enfrentar os vagões lotados, a mochila nas costas, a marmita na mochila correndo o risco de azedar até a hora do almoço.


Vida dura era aquela e que não se comparava ao que ele estava vivendo naquele momento e naqueles dias. Era o grande momento de sua vida e seu nome hoje é o dos mais projetados no mundo do futebol mundial e atuava hoje num clube de renome. Se estivesse no Brasil estaria muito assediado e por precaução por causa do frisson que causava tinha que andar até com segurança.

    Mas ali em Paris, onde os mais renomados nomes era ofuscados pela Cidade Luz, ele era mais um entre a multidão apesar de sua fama e não precisava andar com segurança. Aliás se sentia muito sozinho, apesar do dinheiro, da fama do renome e de seu nome ser um dos mais ovacionados nos estádios de futebol onde atuava principalmente no time europeu onde estava jogando no momento.

    Diferente do trem da da central do brasil no rio de Janeiro,  que pegava antigamente onde ia para o clube como aspirante e que nem seu nome nem era citado, desprezado pela diretoria local daqueles tempo, ele agora estava ali, onde acabara de desembarcar no nobre Bateu-mouche à beira do Rio Sena e estava a caminho do Champ's Elisée onde tinha um encontro muito importante com uma das figuras mais importantes do mundo empresarial de eventos e hoje, diferente de outrora em que seu nome era desprezado, Tony Scamilo estava prestes a se encontrar com o não menos que o magnata empresário Mário Sebátian Pástian onde seria decidido o futuro de mais uma etapa de sua vida e de sua carreira também.

    Estava frio em Paris e a temporada de inverno abatera em toda Europa. Camilo estava vestido com um sobretudo elegante muito bem paramentado para enfrentar o inverno rigoroso do velho Continente. Andava sozinho pela calçada úmida daquela manhã que não estava nevando mas que estava bastante frio e ele sentia isso não só nos poros da pele de seu rosto que ainda podia se ver por trás de seus óculos escuros, pois sua cabeça estava coberta coma touca nobre de lã o que o aliviava um pouco dele ser reconhecido pela população, pois afinal de contas ele era o Tony Scamilo, o grande artilheiro do grande Clube de Futebol regional e o que ele mais queria naquele dia era não ser molestado por ninguém para lhe pedir autógrafos.

Paris-Champs-Elysees.jpg

Champs Elysées, em Paris

   Sentia também não só na pele, mas também na alma o frio daquela terra e daquela gente que o valorizava pela alegria que ele poderia proporcionar em entretenimento. Estava com saudade do Brasil com seu calor tropical, do povo com seu jeito e alma quente do sol do Rio de Janeiro e do calor humano da sua comunidade na Baixada fluminense onde ele fora criado. Sentia até a falta dos torneios pelas areias de Copacabana e nas orlas da zona sul do Rio, lugar onde ele fora criado onde era mais acolhedor do que o Champ's Elysées que apesar da nobreza de suas ruas e de seus cafés eram frios como aquela terra.
    
    Queria estar num daqueles botecos da sua comunidade, onde o povão era achegado e onde podia sentar à mesa com seus amigos e como nos dias de domingos antes de ser o famoso jogador de futebol como era agora poder curtir as tardes de domingo os campeonatos na televisão nas mesas daquelas biroscas na rodada de cerveja com os amigos ao cheiro da costelinha de porco assando na brasa e o pagode comendo solto ao embalo das mulatas e as garotas do bairro se requebrando ao som do pagode e discutir a atuação dos jogadores e os times com os amigos

    Mas agora Scamillo era um jogador de renome e seu nome valia muito lobby e especulação dosd cartolas do mundo empresarial esportivo.E o  encontro marcado como empresário talvez seria o começo de uma grande jogada de sua vida e uma virada também em sua carreira, pois o que mais ele queria era sair da Europa e voltar para o Brasil. Ele já sabia que o assunto era isso, mas precisava acertar detalhes como o velho magnata.

Bateau- mouche, transporte fluvial
turístico pelo Rio Sena em Paris

    Logo ele entrou num famoso Café ali das redondezas e como Mario Sebátian não era homem de não perder tempo, ele causou surpresa à Camillo logo que ele entrou no recinto e o viu na mesa tomando licor de Chartreuse Verté. Scamillo tirou os óculos e seus olhos castanhos cobiçados nas capas de revistas pela mulherada revelaram surpresa por ver aquele homem ali à sua espera. Se soubesse não ficaria fazendo hora por mito tempo por aquelas calçadas frias pensando na vida e teria chegado logo ao encontro.
Mario estava sozinho, e como homem de renome que também era provavelmente seus assessores estariam por perto, mas ele estava ali esperando Camilo sozinho para uma conversa mais amena e um pouco mais informal.

    Camilo foi se aproximando da mesa daquele que poderia ser o salvador do tédio e do momento difícil em que ele estava passando. E quando o homem se levantou antes de cumprimentá-lo, Camilo quase teve vontade de rir, pois aquele homem baixo, mas gordo e de bigodes sobressalentes parecia engraçado para ele, mas que esse mesmo poderia tirar de um dilema de sua vida, porém nada engraçado.

  Mário Sebástian Pástian, com um breve sorriso no rosto de pé, antes de falar qualquer coisa, estendeu a mão para o rapaz.
- Eu pensei que ia chegar um pouco mais tarde. Estava fazendo hora por essas ruas até à hora de nosso encontro.
-Estou aqui à pelo menos à quase meia hora, mas não se preocupe, eu resolvi me antecipar.
Camilo estendeu às mão direita para Mario, e este quando apertou quase não estava acreditando que estava cumprimentando um dos maiores atletas do momento e que também poderia também ser o salvador dele também. A carreira e o renome de Tony SCamilo poderia alavancar seus negócios e tudo poderia mudar de rumo e para melhor depois daquela conversa que teriam ali no Canto daquela mesa daquele Café Bar do Champ's Elisée em Paris.


Camilo olhou em volta curioso, sem reparar a torre Eiffel que podia se vislumbrar por uma vidraça e pequena que naquele dia estava com névoa por causa do efeito do inverno daqueles dias.
-Não se preocupe. Dispensei meus assessores e todo o pessoal pois queria ter essa conversa mais informal contigo, apesar deste tratar de negócios.
    Camilo olhou para Mario mais profundamente, e aquela figura que para ele parecia engraçada de repente mudou para ele num aspecto mais solene.
- Eu espero que sim... -Falou reticente quase sem palavras e esquecendo de citar o nome de seu anfitrião.
- Sebátian Pástian, seu criado.
   Scamilo já o conhecia pela Imprensa e  achou engraçado de novo. Antigamente os grandes empresários lá daquele clube do time de base onde ele começou a sua carreira, nem sequer olhava para ele e sonhava que um deles pelo menos olhasse para ele com interesse para a projeção de seu sonho de ser um jogador de futebol. Agora aquele sujeito ali, que é difícil até para os outros ter um a audiência com ele estar ali naquele café elegante à sua espera.
- Vamos sentar meu rapaz. Temos muito que conversar. Você sabe disso.
   Estava defronte de um grande e influente empresário como tantos outros que ele deparou e foi abordado na ascensão de sua carreira, mas aquele encontro para ele com mais aquele importante mecenas era da maior importância para ele.

    Mário falava baixo ao ouvido do mitrée do Café pedindo algo para beberem e Camilo não fez questão de gosto, mas estava atento e apreensivo para aquela conversa que era de mais importância para ele.
- Cheguei do Brasil Praticamente hoje de madrugada. -Começou Sebátian- Trago um assunto que eu sei que é de interesse teu e acredito que é da maioria dos torcedores do Nacional Futebol Clube, a maior nação de time distorcida acredito que talvez uma das maiores do mundo dentro do Brasil.


Jogadores-de-futebol-.jpg

Há uma expectativa na Imprensa
para que Scamillo
deixe o milionário futebol europeu
e venha jogar no Brasil


Veio à lembrança de Camilo o seu time de coração e que ele desde pequeno ele levado por seu pai e depois de grande acompanhava os amigos para os grande clássicos no Maracanã. Quando aspirante sonhava em ser artilheiro "da maior nação" como apelidava a entidade esportiva. Agora era um grande artilheiro, posição que adquiriu tão logo foi levado para Europa tão logo foi descoberto por um olheiro e logo inserido no Clube de Futebol estava jogando agora. E ele era disputado por outro grandes times que queria vê-o em seu futebol. Mas ali estava Mário para tratar daquele assunto.
    Como você sabe, - continuou Sebástian -Sou um grande empresário de eventos eminhas casas de espetáculos é uma das mais conhecidas no Brasil e grandes nomes passaram pelos meus salões e grandes eventos ainda continua acontecendo por conta desse prestígio e outros grandes nomes da música continua a brilhar nos meus palcos.

      Claro que Scamilo conhecia o grande e bonachão Mário Sebástian e em que os aspirantes da música nacional sonhava em tocar e cantar em suas casas de show nem que fosse cover de um dos grandes espetáculos e que sempre era matéria das colunas sociais e em que comparecia outras grandes celebridades do mundo artístico.
_ já disse um imperador romano, "pão e circo para o povo"- continuou com certa ponta de ironia - e a minha vida e minha atividades sempre gira em torno disso. E a maior Nação precisa de pão, meu caro, precisa muito mais do que está tendo. Em outras palavras, Camillo, eu quero te levar de volta para o Brasil.
- Eu quero negociar meu próprio passe e você sabe que eu tenho autonomia para isso -falou Camilo olhando para o homem firme. E eu acho que chegou à hora d'eu realizar um de meus maiores sonhos: jogar no Nacional Futebol Clube.
   Quero voltar para minha terra. Lugar de brasileiro - olhou por um pouco na silueta da janela onde ao longo da avenida nublada e gelada lá fora estava para se ver o Arco do Triunfo ao longe quase vazio e sem turistas ausentes de seus máquinas de fotos- e lugar de brasileiro é no Brasil.
O mitrée chegou com a bandeja com a bebida que Sebástian sugeriu para os dois e pousou sobre a mesa um defronte para o outro.
Mário pegou logo o seu copo e ergueu a em direção para Camillo que quase que hesitante pegou o seu também e apesar de conhecer aquele homem não podia imaginar que ele era prático até em mínimos detalhes como aquele.
-Sendo assim - um brilho parecia irradiar naquele rosto emoldurado por aquele bigode que Camilo achava engraçado do empresário- antes do acertos finais, porque não brindar e comemorarmos em nome da torcida do Nacional ?
Os dois bebericaram ao mesmo tempo e Camillo ao sentir o néctar daquela bebida quase inebriante para aquele frio, parecia que um fogo se acendeu em seus poros.
- A torcida que nos espere Camilo e os adversários também. Pois o desempenho do Nacional não está nada bem e já está quase despencando para a Segunda divisão, o que é trágico para a Maior Nação: você não acha? Você será o salvador da pátria - riu das palavras que disse e Camillo sorriu com ele também.

Mas os pensamentos de Camilo se voltou para o seu maior objetivo antes de qualquer conversa e acertos com Mário Sebátian e que era o seu objetivo maior em querer voltar para o Brasil. Finalmente voltaria não só para os braços de sua torcida que se orgulhava de seu ilustre conterrâneo que na linguagem do povão estava "arrebentando na Europa", mas também esperava cair nos braços daquela que ele sempre amou mas que ela o desprezou como se despreza um time da segunda divisão.
  
  Agora ele era o grande Tony Camilo, não o Toninho de Campos Elíseos que tinha que pegar o trem cheio da estação do bairro e ter que andar desde a central do Brasil à pé até a sede do clube de futebol onde fazia parta do time de base por falta de recursos e as vezes até por falta de dinheiro de passagem.
Era um dos maiores artilheiros da temporada e sua volta para o Brasil seria um frisson, inda mais para o time que tinha uma das maiores torcidas do cenários futebolístico nacional.
 
 E ele esperava mais do que isso: Não só deixar aquele frio continente que não era só no clima mas também angustiava sua alma por causa da solidão que sentia, apesar da fama, do dinheiro e do prestígio. Ele queria estar ao lado dela. queria causar frisson na alma dela que sempre foi ambiciosa, impetuosa que queria muito e muito mais e ele podia agora dar o que ela quisesse, pois era famoso, prestigiado e podia colocar o mundo aos seus pés. Era tudo o que ele queria ao negociar seu passe com Mário Sebástian Pástian para voltar a Jogar no Brasil.
Em alusão á um jogador de futebol na trama,
A novela também é informação:
Tabela do Grupo do Brasil na Copa

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