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sábado, 26 de julho de 2014

35º E 36º Capítulos - Distante Amor

Depois de ser acalmada por alguns enfermeiros, Victoria pede desculpas por achar que Danilo é que foi hospitalizado e Danielle entende. Ela e o marido deixam Victoria a sós com o filho.
_Porque achou que eu tinha levado o tiro? _pergunta Danilo desconfiado.
_Eu fiquei preocupada no mesmo instante que soube. Danilo, eu não posso perder você. _diz ela, pegando seu rosto e tentando aproximá-lo pra perto do dela.
_Victoria, eu tô em outra! Me respeita por favor! _diz ele, tirando as mãos dela.
_Desculpa! Mas você sabe que ainda é importante pra mim.
_E como sei. Eu só queria saber porque tentaram me matar.
_Eu sei quem entrou na sua casa e atirou no seu irmão.
Danilo a encara sério.
Edmílson se aproxima de Eleonora e tenta roubar um beijo dela mas ela o joga da cama embaixo.
_Amor, sou eu! _diz ele chocado com a atitude dela.
_Você não acredita em mim. Porque quer me beijar e ficar comigo na mesma cama? Vá dormir na sala e me deixa em paz!
_Amor, faz isso com seu nego não! Deixa eu ficar aqui com você.
_Edmílson, dê o fora do meu quarto e vá dormir na sala agora. Ainda estou magoada com você e não quero discutir.


_ta bom! _diz ele, pegando o travesseiro e a coberta e indo pra sala. _Boa noite!
_Boa noite e vê se não me acorda hein que estou de saco cheio de você! _diz ela, virando o rosto no travesseiro.
Danilo vai atrás de Júnior em sua casa e seus pais dizem que ele desaparecera e que não tem notícias nenhuma. Adalberto já avisara a polícia sobre o desaparecimento do rapaz e Victoria fica preocupada com a situação.
_Ele tem que ser preso e pagar pelo que fez ao meu irmão. _diz Danilo irritado para o pai que o olha sério.
_Vamos deixar a polícia por conta disso filho.
Nesse momento, Júnior já fica ciente de que foi denunciado por Victoria e ele promete acabar com ela.
Bárbara fica tensa com a situação que aconteceu na família de Danilo e pede para a filha ir visitar Jordan no hospital. Katiele e Gracindo se entreolham um ao outro.
Edmílson não consegue dormir com pernilongos zumbindo em seus ouvidos e decide voltar para o quarto onde está Eleonora.
Mas a fechadura está trancada e ele não consegue abrir.
O jeito é dormir na sala mesmo.
Na manhã seguinte, ele acorda cheio de sono e ouve barulho de chuveiro. Ele vai ao quarto de novo e desta vez a porta está aberta. Eleonora está debaixo do chuveiro despida totalmente e com o pensamento voltado pra João Paulo. Enquanto a água rolava em seu corpo, o pensamento estava distante. Bem distante. De repente, interrompido.
_Edmílson? _ela se assusta ao ver que ele estava sem roupa e em sua frente.
Ao ver ela surpresa, ele pergunta:
_O que foi amor?
_Nada. _ela diz. _Olha estou de saída do banho. Se quiser entrar, fique à vontade!
_Quero tomar banho com você! _diz ele.
Eleonora ri da sua cara.
_Amor? Não tem nenhum palhaço aqui não. Eu tô falando sério.
_Desculpa mas é que eu não resisti e acabei rindo. Você falou de um jeito engraçado agora.
_O que está acontecendo com você hein? Até entendo que esteja magoada comigo e não querer me perdoar, mas eu já pedi desculpas e quero ficar bem com você. Só isso!
Eleonora sai do chuveiro e se olha no espelho séria e depois o encara.
_Tudo bem Edmílson! Eu vou te dar mais uma chance mas é a última ok! Se acontecer algo e você não acreditar em mim de novo, desta vez você não tem nem espaço nessa casa. Vai voltar a morar com aquela velha horrorosa da sua mãe.
_Obrigado amor! _e ele se aproxima para beijá-la e ela aceita. _Eu juro que nunca mais vou te magoar.
_Acho bom mesmo.
_Vamos tomar um banho juntinho?
_Safado. Vamos logo!
Os dois entram debaixo do chuveiro e aproveitam o começo da manhã.


Júnior decide mudar de cidade e conta com alguns amigos para ajudá-lo. Ele não se importa com a preocupação dos pais e se arrisca, disfarçando-se e indo pra rodoviária. Mas a polícia já está cercando as redondezas e qualquer sinal do rapaz, eles vão pegá-lo. No hospital, Jordan recebe o carinho da família e a força dos amigos, principalmente de Melissa que se surpreende ao saber que ele sente algo de especial por ela. Victoria pisca o olho para Jordan da porta e ele se sentindo confiante, a revela que ama.
Danilo conversa com Amaury por telefone e fica feliz ao saber que Jéssica está bem. O casal decide conversar.
_Eu já estou sabendo que você pretende vir pra cá. _diz Danilo.
_Sim. Foi uma decisão de última hora.
_Olha, eu não quero te obrigar a nada. Você tem certeza de que quer vir?
_Sim. _responde Jéssica.
_Bom, eu nem sei como te dizer isso mas...
_Você quer desistir de mim Danilo? _pergunta Jéssica.
_Não amor. Nunca! Eu só não estou preparado ainda pra viver com você. Não tenho condições de lhe trazer pra cá.
Adalberto ouve a conversa e bate em seu ombro, fazendo ele se assustar um pouco.
_Eu posso conversar com ela?
_Sim pai. Amor, meu pai quer falar com você. _diz ele, entregando o telefone ao pai.
Jéssica sente o coração apertar nessa hora.
_Oi Senhor Adalberto.
_Oi minha querida. Tudo bem?
_Tudo. _diz Jéssica.
_Apesar do clima chato que envolve a família aqui, todos estão bem. Mas eu peço desculpas por ter atrapalhado a sua conversa com meu filho, mas eu queria muito te dizer uma coisa.
_Sim. Diga! _ela fica tensa.
_Se você quiser vir, será bem-vinda em nossa casa.
Danilo se surpreende ao ouvir tais palavras e Adalberto continua.
_Meu filho precisa de você Jéssica. Assim como você precisa dele.


Jéssica se emociona com as palavras de Adalberto e encara a mãe Ingrid na porta.
_Obrigada! _ela agradece feliz. _Não tenho palavras.
_Tudo bem. Vou passar o telefone de novo para Danilo. _e assim o faz.
_Pai, isso é sério? _pergunta Danilo surpreso.
_Seríssimo. E você vai ter a obrigação de cuidar dela ok!
_Com certeza. Eu amo você pai! _e ele o abraça e o beija no rosto, mas esquece que Jéssica ouvira do outro lado da linha e que sorrira bastante.

Elisângela chega no bairro e encontra a casa de Bárbara. Ela bate porta e é atendida pela própria.
_Oi lembra de mim?
Bárbara fica surpresa com a visita.
_Mas você é...
_Prima de Eleonora.
_Eu sei disso. Por que se atreve a bater em minha porta?
_Oras. Não seja mal educada e me convide a entrar. Estou cansada. Tem café aí?
_Olha aqui minha senhora. Aqui não é a casa da mãe Joana não. Parente de Eleonora eu quero distância.
_Calma mulher! Eu sou da paz. A minha visita aqui vai ser muito importante pra você.
Bárbara se indaga.
_Pra mim? Que história é essa hein?
_Eu soube que Eleonora voltou para o seu filho e depois da má fama que ela levou nas redes sociais, eu não podia ter ficado parada em minha cidade sem fazer nada. Eu tinha que vir pra cá em imediato.
_Foi meu filho que decidiu morar com ela de novo. Aquela periguete assanhada. Coitadinho do meu Edmílson.
_Coitado é filho de rato que nasce pelado.
Bárbara olha Elisângela com cara feia como se quisesse matá-la ali.
_Olha o jeito que você fala do meu filho hein?
_Mas é a pura verdade. Seu filho não tem vergonha não?
Bárbara fica revoltada.
_Onde já se viu um homem barbado daqueles não ter atitude pra corrigir os erros da Eleonora. Quanto tempo mais ele precisa pra levar chifres?
_Olha aqui sua...
_Bárbara querida você mimou demais seu filho. Por isso Eleonora faz ele de gato e sapato. Ele precisa se valorizar viu, partir pra outra porque estar numa relação infeliz como ele está tendo, melhor nem viver.
E de repente, Bárbara se controla e muda de expressão. Ela fica pensativa.
_Se você parar pra pensar um pouco, vai ver que estou certa.
Bárbara encara Elisângela.
_Aceite os fatos. Seu filho não merece a minha prima.
_Mas é claro que não. Ele não merece aquela vadia.
_Eu concordo. Por isso quero te ajudar. Tenho um segredo de Eleonora que se eu contar, ela está na lama! _diz Elisângela, séria.

Eleonora vai ao mercado comprar algo quando encontra Gláucia que a olha de cima a baixo.
_Posso saber porque está me olhando desse jeito? _pergunta Eleonora.
_Só estou observando o seu cinismo.
_Você deve morrer de inveja né do meu corpinho?
_Inveja eu? Meu bem, você está muito enganada.
_Ah Gláucia, não fica com inveja não. Eu sou linda e gostosa e os homens caem aos meus pés, principalmente Edmílson que é apaixonado pela minha beleza.
_Ele é apaixonado por tudo que vem de você, mas paixão acaba um dia. Amor não.
Eleonora fica confusa.
_Edmílson me ama. Ele faz de tudo pra me ter.
_Ah não duvido disso não. Mas um dia esse amor todo termina.
_Se depender de mim, não vai acabar nunca.
_Eleonora, fique certa de uma coisa: eu não desisti do Edmílson. Na primeira oportunidade que surgir, eu vou ficar com ele ok!
_Eu sempre soube da sua paixão pelo Edmílson, mas fique ciente de que isso não vai acontecer. Edmílson é meu e não vai ser você que vai tirá-lo de mim.
_Cuidado com o que diz. A sorte vira. _diz Gláucia, pegando seu carrinho e se afastando de Eleonora que fica séria.

Maxi e Andrielle saem juntos e aproveitam a noite pra ir ao cinema e a um bom restaurante onde conversam e se distraem felizes. Mas a felicidade que transparece no rosto de Andrielle muda quando ele revela a ela que vai voltar pra sua cidade natal: Franca.
Nesse ínterim, Bárbara e Eleonora se aliam mas Gracindo não gosta da ideia.
_Você vai comprar uma briga feia com Edmílson. _diz Gracindo irritado.
_Eu vou salvá-lo. _diz Bárbara.
_Salvá-lo? Ele não é mais criança. Ele é um homem.
_Homem que não deixou de ser criança.
_Eu não tô gostando nada dessa história de você se aliar a prima da Eleonora.
_Eu vou fazer Eleonora sumir da vida do meu filho e Elisângela vai me ajudar.
_Por que essa vingança toda? Ele ama ela.
_Mas ela não o ama e está usando o pobre coitado. Você é pai dele. Me ajuda!
_Eu não sei amore mio.
_Edmílson acha que está feliz, mas na verdade não está e você sabe disso. Eleonora sai com vários homens escondido por aí e o nosso filho não sabe de nada. Trabalha o dia todo, se dedica totalmente a ela e não é valorizado. Isso vai acabar e eu vou fazer de tudo pra que ele caia na real e enxergue os fatos.
Gracindo fica sério com as palavras da mulher.

Dias se passam e a campainha da casa de Eleonora é soada. A própria atende a porta e fica surpresa com a visita inesperada.
_Elisângela?
_Oi prima! Tudo bem com você? _pergunta ela sorrindo.
Eleonora sente seu coração disparar.
Depois de alguns minutos chocada em vê-la ali na porta, Eleonora tenta demonstrar seriedade.
_O que faz em minha casa Elisângela?
_Eu vim visitar a minha priminha que há muito tempo não via.
_Pode parar com essa falsidade e dizer logo o motivo da sua vinda. _diz Eleonora, ficando nervosa e Elisângela percebe.

_Nossa! Não esperava uma recepção como essa. Mas tudo bem! Eu não me importo. Só peço desculpas por não ter avisado que viria. Devia ter telefonado antes né?
_Você sabe que eu nunca lhe atenderia e que a sua presença nesta casa jamais seria bem-vinda.
_Eu imagino a razão Eleonora. Sabe que eu estando por aqui, algo pode lhe comprometer né?
_Você não perde a chance de me atingir mas não vai conseguir o que quer. Eu vou negar tudo que disser sobre minha pessoa.
_Eleonora você está fora de controle. Eu volto depois pra tomar um cafezinho ta! Devo ficar na cidade pelo menos mais uma semana. _diz Elisângela, sorrindo.
_Não venha mais na casa ok! Eu não quero te ver aqui. _diz Eleonora brava.
Elisângela se despede e sai porta afora.
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