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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

49º Capítulo - Distante Amor

E o ônibus parte rumo à São Paulo.
Enquanto Jéssica se prepara para descansar um pouco durante a viagem, Suzane decide rezar pela amiga.
Já Danilo decide jogar fora algumas lembranças de Jéssica e ele as separa numa caixa que vai direto para o lixo da cozinha.
Com lágrimas nos olhos, ele se afasta e vai pro quarto.
Jordan vê a cena e vai para a cozinha. Ele vasculha o lixo e pega a caixa que contém várias fotos de Jéssica e alguns pertences. Ele decide guardar.

Elisângela segue Eleonora que se encontra com João e ela assiste a cena dos dois numa conversa íntima. João leva Eleonora disfarçadamente para dentro de um motel e Elisângela decide avisar a Bárbara em seguida.
_Tudo está saindo perfeitamente bem.
_Como assim? Não entendi! _diz Bárbara confusa.
_Anota o endereço que vou te passar agora que você vai entender e traga o seu filho depressa! É hoje que a gente vai ver o circo pegar fogo.
Sem hesitar, Bárbara faz o que Elisângela pede.
_Aleluia que esse dia chegara. Agora meu filho vai ver quem é a Eleonora. _diz Bárbara.

No quarto de motel, Eleonora e João não perdem tempo.
­_tenho uma coisa pra te falar. _diz Eleonora.
_Então diga! _diz João.
_Edmílson deve viajar a trabalho em alguns dias e a gente pode se encontrar.
_Eu não sei Eleonora. A vizinhança pode ver nós dois juntos.
_Que nada. Você vai na madrugada.
_Eu tenho medo de que algo pode dar errado e te prejudicar. Edmílson deve estar desconfiando.
_Deixa de ser bobo. Edmílson é um tonto. Por tanto amor que ele tem por mim, você acha que ele vai desconfiar de algo? A família pode até implicar mas ele é muito inocente.
_Se você acha que devo, tudo bem.
_Você é melhor que ele meu amor.


_que bom! Você aumenta o meu ego cada vez mais. _e diz ele a beijando perdidamente, fazendo ela rir.
Neste momento, Bárbara chega no motel com Edmílson.
_Mãe porque viemos a este lugar? O que está acontecendo?
_Filho eu não posso te falar nada. Você precisa entrar aqui!
_Eu não vou entrar. Ficou louca? Vou embora!
_Ah mais não vai mesmo. Você vai entrar nessa porcaria de motel ou eu não me chamo Bárbara.
_E eu vou fazer o que lá dentro? Se eu soubesse que eu ia sair do meu trabalho pra me envolver em seus planos, eu nem tinha saído.
_Fala menos e faz mais Edmílson! _diz Elisângela se aproximando e cortando a conversa. _Será que você é tão tonto a fim de não perceber que sua mãe está tentando abrir seus olhos?
_Isso é um plano seu né? Mãe por que fica dando ideias pra ela?
_Meu filhinho, chega! Entra logo e procura pela sua mulher pelo amor que você sente por mim. _diz Bárbara irritada.
Edmílson fica sério diante da mãe e de Elisângela.
_Eu reconheço que a senhora quer me ver longe da Eleonora, mas agora insinuar que ela esteja neste hotel é um absurdo.
_Cala a boca meu filho e toma logo vergonha nessa sua cara. Entra nesse hotel e procura pela vadia da sua mulher e você vai ter a prova de que a vida inteira falamos a verdade e que nunca mentimos pra você. _diz a mãe já impaciente e descontrolada.
_Calma Bárbara! _se preocupa Elisângela.
_Calma uma pinóia! Você deve ter tomado chá de calcinha meu filho pra se tornar um cego assim e não ver o que sua mulher apronta dia e noite.
_Eu não tomei chá nenhum ok! Mas eu vou fazer o que a senhora me pede tanto. Eu vou entrar!
Nesse momento, ela levanta as mãos pro céu.
_Boa sorte porque você vai precisar! _diz Elisângela firme.
E Edmílson entra no motel e a recepcionista atende.
_Oi! Em que posso ajudar?
_Eu preciso encontrar minha esposa. Ela está nesse hotel.
_Desculpa mas não posso informar nomes de nossos clientes.
_Por favor! Eu sei que ela entrou aqui e faz dez minutos.
A recepcionista fica em dúvida.


_Por favor me diga onde é o quarto!
_Senhor, infelizmente eu não posso ajudar.
_Ela é loira, um pouco alta, olhos claros...
_Senhor, desculpa mas não posso.
_Que droga! Eu preciso ter certeza de que tudo isso não é um engano e que eu não perdi o meu horário de trabalho em vão. Eu quero o número do quarto antes que vasculhe cada um deles. _diz Edmílson bravo.
_Eu vou chamar os seguranças. _diz a recepcionista.
Edmílson sobe as escadas e completamente, louco de raiva começa a ouvir as portas dos quartos para ver se ouve voz de Eleonora e de repente, ele se aproxima de um e acaba reconhecendo-a.
_E se Edmílson um dia descobrir toda a verdade, o que você faria? _pergunta João em cima da cama ao lado de Eleonora que sorri bastante.
_Ele jamais vai saber. Corno e chifrudo que ele é.
_Eu não entendo. Por que ainda está com ele? Posso te oferecer muito mais.
_Edmílson tem bens. Grana. E enquanto eu não pegar o último centavo dele, eu não vou sossegar. Eu quero ver aquela família na lama João. Edmílson é o pote de ouro que tenho e não posso perder.
“Como ela pôde fazer isso comigo? Logo eu que sempre dediquei minha vida a ela. Logo eu que fazia tudo pra ela...”


E as lágrimas rolavam pela sua face. E as dúvidas estavam desaparecendo aos poucos conforme cada cena vivida passava em flashe pela sua cabeça.
_Você comprou vinho amor? _ perguntara ele ao ver uma taça na cabeceira da cama com um pouco de vinho do porto.
_Sim amor. Eu decidi experimentar o gosto.
_Estranho! Você me disse que não bebe.
_Ah amor mas desta vez eu bebi né?
E ela bebeu mesma com um entregador de pizza em sua casa.
_Amor, você não sabe o que aconteceu. Sabe a Laurinda? Ela fez um churrasco na casa dela e convidou uma porção de gente e fez questão que eu passasse a noite em sua casa. A gente se divertiu muito conversando e tal. Ela pretende conhecer você.
_Que legal amor! Será um prazer conhece-la de coração!
_Laurinda é muito legal. Eu me sinto tão bem na casa dela.
Tudo falsidade! Eleonora e Laurinda estudaram juntas e desde o término do ano escolar, nunca mais se viram. Na noite que ela passara fora, estava enchendo a cara numa boate com pessoas desconhecidas e um travesti.
_Amor sabe quem eu encontrei na academia? A Carmem.
_Eu até imagino a sua reação né?
_Olha eu não gosto dela mas desta vez pressenti que ela estava triste. Mas também não me importei. Você sabe como sou né?
_Sim. Eu sei.
É claro que ela deveria estar triste. Eleonora acabou com o seu relacionamento. Ela foi capaz de causar intriga entre Carmem e o rapaz que estava conhecendo e fazer com que ele acreditasse que a sua rival não era de confiança e que não merecia o seu sentimento.
E cada cena que passava pela sua cabeça confirmava a verdadeira face dela. Edmílson ouvia cada palavra com o coração apertado e no momento que ele ia cometer uma loucura de empurrar aquela porta e chamar pelo nome daquela mulher, os seguranças conseguem pegá-lo antes.
_Acabou a bagunça! Você está preso!
_Eu preciso entrar nesse quarto.
Os seguranças o impedem e levam pra fora do motel e Eleonora ouve confusões do lado de fora.
_Deve estar acontecendo algo lá fora João.
_Liga não amor. Neste motel sempre tem confusão.
Os seguranças tiram Edmílson a força do motel e Bárbara fica tensa.
“Filho de uma égua. Cachorra sem vergonha.
Aquela rapariga me enganou o tempo todo. Piranha. Desgraçada.
Eu quero morrer.”
Edmílson estava louco de raiva e Bárbara estava ali fazendo de tudo para que ele ficasse bem e seguisse a sua vida sem ela.
_Toma um copo de água meu filho.
_Eu não quero nada. Quero ir pra casa.
_Finalmente! Vamos pra casa filho.
_A minha casa.
_Como?
_Eu vou pra casa da Eleonora que é a minha casa.
_Você não está falando sério né?
_Estou sim e estou indo pra lá agora. _diz ele, saindo depressa e deixando a mãe arrasada.
_Mas que filho idiota é esse Senhor?
Elisângela sorri.
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