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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Primeiro Capítulo de Estréia de Unidos pelo Destino


A preciosidade de uma profunda beleza desigual.
Nem mesmo os confins da terra guardariam um tesouro escondido parecido com aqueles olhos lindos e claros, tão fascinantes como a luz do sol ilumina os montes e os vastos jardins verdejantes. Aquele brilho que nunca vi antes. Aquele corpo tão perfeito e esbelto que dança de acordo com o soprar do vento, acariciando os cabelos e jogando-os de lado num movimento giratório e espetacular. E aquele sorriso que sai de seus lábios, estampando alegria? Eu fico sem palavras em vê-la assim tão linda. Deus, porque não me traz logo esta mulher na minha vida! Eu preciso dela aqui perto de mim e jamais aí dentro dos meus sonhos.

_Herus, meu filho já acordou? _pergunta Hortência ao vê-lo na cama olhando fixamente para o teto.
E ela se aproxima devagar, imaginando o que já deve ter acontecido.
_Filho? _ela tenta ganhar sua atenção.
E ele vira-se para ela e olha bem dentro dos seus olhos.
_Eu estou bem. _ele responde tranquilo.
_O que houve meu filho? _ela pergunta preocupada.
_Sonhei de novo com ela. _ele responde sério.

Um pássaro pousa sobre a janela e canta, despertando Esmeralda em sua cama. Seus olhos se abrem e vê aquela figura minúscula a observando dormir.
_Bom dia meu cantor! _diz ela para o pássaro que abre suas asas e voa para os galhos próximos da roseira e continua a cantarolar.
De repente, a porta se abre e a empregada Dulce a encontra ainda enrolada no cobertor.
_Está fazendo um belo dia lá fora e a princesa precisa levantar.
_Ah Dulce! Eu ainda quero ficar aqui na minha cama.
_Você nem é louca, minha menina. Seus pais aguardam você no café da manhã.
_Eu já até imagino o que querem conversar comigo.
_Se imagina, bem. Vamos sair dessa cama! _diz ela, lhe puxando o cobertor.
_Está frio. Me traz o cobertor de volta. _ela reclama.
_Acho que vou ter que ir no banheiro e buscar um balde de água fria. _diz ela sorrindo.
_Chata! _diz Esmeralda, se sentindo preguiçosa.


Dulce sorri e se aproxima da jovem, sentando-se ao seu lado.
_Por que me olhas desse jeito? _pergunta Esmeralda ao vê-la observar de perto.
_Sei lá. Às vezes me pergunto porque nos damos tão bem.
_Eu também faço a mesma pergunta. Te considero minha mãe. Sabe disso né?
_Eu sei minha querida. Eu sou sua segunda mãe. Vi você crescer. Cuidei e cuido até hoje.
_Mas eu revelo muitos segredos pra você que nunca revelaria para a minha mãe.
_Eu sei disso e por isso, todos eles estão guardados comigo e jamais serão revelados.
_você lembra de um dia eu ter sonhado com um rapaz próximo da cachoeira?
Dulce muda sua expressão de repente.
_Sim. O que é que tem?
_Eu sonhei de novo e desta vez olhei pra ele.
_Olhou? E você reconheceu ele?
_Não me parece familiar mas cada vez que eu sonhava com ele, me dava uma sensação boa. Eu nem sei como explicar.
_Sonhos não são reais Esmeralda. Voltemos a realidade.
_Dulce, eu queria que fosse.
_Minha menina, você é sonhadora demais. Você acredita que um dia um príncipe encantado entraria por aquela porta e te tomaria nos braços. Mas não se iluda com isso! Eu digo por experiência própria.
_Dulce, você não entende. Só porque sofreu no passado, acha que irá sofrer novamente. Eu acredito sim em príncipe encantado e cada dia que passa sinto ele cada vez mais perto.
_Já se passa das nove horas. Esmeralda, vá lavar esse rosto e se levantar. Seus pais podem se chatear se você não estiver na mesa. _diz ela se levantando da cama e fechando a porta, a deixando pensativa.

Sob a mesa de café da manhã, D. Iracy e Alexandre dialogam sobre o plano financeiro da família quando Esmeralda os encontram alguns minutos depois.
_Bom dia á todos! _diz ela, se sentando sob mesa.
_Bom dia! _diz D. Iracy carinhosa.
_Pelo que percebo, a senhorita deve ter dormido tarde ontem á noite né? _pergunta Alexandre sério.
_Sim pai. Qual é o problema? _pergunta ela, servindo café em sua xícara e fatiando um pão de leite.
_Esmeralda, você precisa mudar o seu horário pra dormir.
_Alexandre, não começa. A gente tem que conversar sério com ela sobre outra coisa mais importante. _diz D. Iracy.
_eu até imagino o que seria essa coisa importante. Vocês só pensam em dinheiro. _diz Esmeralda, levando a fatia do pão até a boca.
_a gente planeja o seu futuro Esmeralda. _diz D. Iracy.
_Se a gente não tivesse dinheiro, você nem estaria comendo esse pão. _diz Alexandre severo. _Você vive com os pés fora do chão e a gente não.
_O que quer dizer com isso hein pai? Tudo bem que o assunto seja só dinheiro, empresa, banco e tal mas a vida não oferece apenas isso. Também valorizo muitas coisas sem ser dinheiro.
_a nossa família tem posses a vida inteira e você herdou uma boa parte dela. Você vai precisar de dinheiro quando eu e sua mãe partimos desta vida.
_Não fala assim pai! Você sabe que eu não gosto. _diz Esmeralda.
_Mas é a verdade filha. Ninguém fica nessa terra por muito tempo e por pensar em você, a gente quer te ver segura e confortável. Por isso que eu e a sua mãe decidimos casar você o quanto antes.
_Casar? Vocês não têm esse direito. _diz Esmeralda indignada.



_E já arrumamos um bom partido pra você. _diz Alexandre.
_pai eu não admito que o senhor tome essa escolha por mim.
_já está feito filha e eu não vou voltar atrás.
_vai ser melhor minha filha. Segue os conselhos do seu pai. Você fazendo um bom casamento já nos orgulha de verdade.
_A senhora é louca! _se revolta Esmeralda. _Não existem mais casamentos forçados hoje em dia.
_A gente quer te ver bem. _diz Alexandre.
_Me quer ver bem? Acredito que não. Olha o que vocês estão planejando? Querem me casar com um sujeito que nem conheço.
_Engano seu. Você o conhece bem. _diz D. Iracy.
_e quem é esse pretendente hein? Outro maluco como vocês? _diz Esmeralda, se levantando da mesa.
_Você ainda não terminou seu café. _diz Alexandre sério.
_E nem vou meu pai. Perdi a fome. _diz ela, se retirando da cozinha e deixando-o furioso.
_Você viu só como ela está com a gente? Isso é por conta de amizades. _diz Alexandre bravo.
_O que está insinuando Alexandre?
_Guilherme. Depois que ela fez amizade com ele, as coisas ficaram assim.
_Mesmo sem o Guilherme ela já era assim rebelde e não puxou por mim. Fique ciente disso! _diz D. Iracy rebatendo.

Esmeralda corre pelos campos chorando até chegar a uma imensa árvore onde senta e descansa debaixo dos galhos tão viçosos. E as lágrimas correm pelo seu rosto como rios de águas tão claras. Dulce vai até a jovem e a encontra ali sentada chorando. Esmeralda a abraça quando a vê.
_Não fica assim minha filha! Tudo vai acabar bem.
_Eu só quero ser feliz Dulce. Apenas ser feliz.


E as lembranças do passado daquela empregada que há muito tempo reside naquela residência voltam á tona num piscar de olhos e as cenas começam a se exibir automaticamente.

Anos antes.
A pequena Esmeralda nasce para felicidade geral de Iracy e Alexandre. Ela vai crescendo e aprendendo a lidar bem com as palavras. Começa a estudar cedo e dentro de alguns meses, seus conhecimentos são aprimorados. Sempre próxima da natureza que a cercava, ela falava com os pássaros silvestres e nunca saía das águas da cachoeira, no qual se banhava quase todos os dias.


E numa dessas visitas para um belo banho em dias de sol, a jovem teve um inesperado encontro com uma senhora desconhecida que usava longos cabelos brancos e seu rosto era enrugado. Ela se aproximou de Esmeralda, que tinha nessa época onze anos, e tocou nos seus fios de cabelo loiros, a fazendo assustar-se com sua presença.
_Oh minha querida não tive a intenção de lhe assustar. _diz a velha.
Esmeralda não a reconhece e permanece imóvel ao vê-la em sua frente.
_Posso saber quem é a senhora?
_Eu sou apenas uma jardineira. Venho aqui sempre que posso. E você porque está sozinha por aqui?
_Eu gosto de vir aqui. _diz Esmeralda, sem demonstrar nenhum tipo de receio.
_seus cabelos são lindos. Seus olhos também.
_obrigada. Eu preciso ir agora. Foi um prazer conhecê-la. _diz a jovem, disfarçando e tentando sair dali depressa.
_espere Esmeralda! _diz a velha a chamando pelo nome.
Nesse momento, o coração de Esmeralda gela e ela fica séria, parando de andar por um momento.
_Só queria te avisar que você vai ter boas surpresas com o decorrer do tempo. Você vai viver uma perigosa paixão e sua presença é muito forte diante daqueles que ficarão contra você.
Esmeralda vira-se para a velha e diz:
_Como sabe disso tudo? Por acaso prevê o futuro?
_Não posso respondê-la porque nem todas as perguntas não podem ser respondidas. Existem segredos e segredos nunca são revelados. Guarde isso Esmeralda com você! _e ela tira da sacola uma pedra em formato de coração brilhante que ao se aproximar da luz do sol, irradia fortemente.
_Desculpa não posso ficar. _diz Esmeralda, se recusando a pegar o objeto.
_Tem certeza de que não quer ficar com isso? _diz ela se aproximando devagar. _lhe cairia bem em seu pescoço.
_Qual a sua intenção de me dar essa pedra hein?
_Não quero lhe fazer mal Esmeralda. Longe de mim fazer isso com uma bela jovem como você.
_eu realmente não posso aceitar. _diz Esmeralda convicta.
_Entendo. Bem, desculpe se lhe incomodei. Até mais! _e ela guarda a pedra na sacola e sai, deixando a jovem pensativa.
_Senhora espera! _diz Esmeralda a seguindo por dentro da vegetação.
E a cada passo que dava, não a via e isso a deixava confusa.
_Onde está você? Apareça!
Esmeralda chamava e ninguém respondia e então cansada, decidiu retornar para a cachoeira.
Uma coruja a observava voltar.



Ao chegar na mansão, Esmeralda corre até a cozinha e encontra Dulce preparando a comida.
_Minha menina, onde estava santo Deus? Sua mãe estava a sua procura.
_eu fui na cachoeira. _responde ela.
_você não pode ir sozinha pro lado de lá. Vamos tomar banho!
E Dulce leva Esmeralda para o banheiro quando Iracy as encontram no corredor.
_Pode deixar que eu levo Dulce.
_sim senhora. _diz a empregada.
Iracy pega no braço de Esmeralda fortemente e diz:
_você está muito teimosa. Precisa ser mais obediente.
_Me solta! Dulce me ajuda. _e a menina se esperneia pelo corredor afora.

Enquanto isso, Alexandre trata de negócios com Wander, um banqueiro linha dura que só quer proteger a honra das filhas Lauriete e Silvana.
_Minhas duas filhas são um bem precioso pra mim.
_Com certeza. Esmeralda também é muito importante pra mim e por pensar nela, eu preciso muito que você reveja aquele caso que ficou em aberto pela justiça.
_você quer demolir a velha casa mesmo né?
_aquele castelo pertenceu a uma família de grande porte financeiro e eu acabei ganhando por ordem judicial, mas boa parte do terreno deveria ser meu também.
_Mas o terreno está no nome de Guilherme. Foi vendido pra ele com todas as normas.
_Guilherme nunca usufruiu daquela terra. Eu preciso expandir meus negócios.
_o que você construiria no lugar daquele castelo?
_A minha empresa que iria favorecer muita gente da cidade.
_Mas você já tem um banco e ele fica no centro comercial.
_Eu quero mais do que um banco, Sr. Wander. _diz Alexandre sério.

Enquanto isso, Guilherme acende uma vela e faz um pedido quando o vento bate no sino da janela, fazendo-o soar por alguns segundos. Ele se levanta e vai até a janela e fecha os olhos por alguns minutos. Depois abre e vê uma coruja olhando pra ele na árvore.
_Está na hora do seu almoço. _diz ele, esticando o braço.
De repente, a coruja abre as asas e voa em sua direção, pousando-o em seu braço.

Depois do banho, Iracy penteia os cabelos de Esmeralda de frente ao espelho e pergunta aonde ela esteve. A menina responde que foi na cachoeira.
_Foi fazer o que lá?
_Eu fui lá brincar. _diz a menina.
_Não quero ver você indo pra lá. É perigoso.
_Eu encontrei uma velha lá e ela queria me dar uma pedra de coração. _diz a menina, revelando.
_pedra de coração? _indaga Iracy.
_É uma pedra brilhante e pequena branca.
_você pegou essa pedra?
_Não mãe! Eu não aceitei.
_você está proibida de ir lá entendeu?
_mãe mas eu gosto de ir lá.
_Não vai mais ok! Se eu souber que você foi lá, eu vou te dar uma semana de castigo. _diz Iracy ríspida, fazendo a menina chorar.


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