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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Oitavo Capítulo - Unidos pelo destino

Após ter cometido o crime, o assassino coloca seu revólver na cintura e sobe na garupa do cavalo, partindo pra longe.
Dionísio se encontra morto sobre a pedra e a velha de sua casebre, observa o céu escuro e uma estrela cintilante pisca.
Em poucas palavras, ela diz pra si mesma:
“Ele vai voltar como a fênix que ressurgiu das cinzas.”
E as palavras dela fez efeito porque o destino não queria que Dionísio deixasse totalmente Esmeralda. O amor deles era muito forte e por razões inexplicáveis, haveria uma troca. Alguém teria que morrer para que nascesse outra vida e incorporasse a alma daquela que partiu de uma forma trágica. E a força da natureza contribuiu para que a alma de Dionísio fosse levada até o mundo espiritual onde ele pudesse receber uma nova chance.
Uma chance de voltar para o mundo real.
Enquanto seu corpo estava ali caído sobre a pedra, o cordão de Esmeralda saía das águas e ia em sua direção, onde permaneceu cintilante nas suas mãos. A velha viu a magia acontecer diante de seus olhos e não resistiu: ela saiu de sua casebre e foi até o corpo de Dionísio, onde pegou o cordão de sua mão.
De repente, trovões anunciavam temporal e a chuva começava a cair. A velha voltou para sua casebre ao perceber vozes na floresta. Minutos depois, Dionísio foi encontrado em pleno temporal por policiais e pelo capanga de Alexandre, que foi até o seu patrão e disse não ter achado Esmeralda.


A jovem estava segura na casa de Guilherme e não parava de chorar como uma criança. Ela estava vivendo o sofrimento da perda de Dionísio e em seu pensamento, a vida terminara com a sua morte. Guilherme estava desconsolado e aflito porque a melhor amiga não estava bem e se ela continuasse desse jeito, ela poderia sofrer uma depressão e parar no hospital. Para ajudar Esmeralda, ele tentou conversar com ela e dar o maior apoio possível. A partir dali ele entendeu sua missão. O que a velha falara a ele sobre o fato de estar junto dela e lhe proteger, foi o sinal convincente de que ele não poderia recusar. Esmeralda era sua amiga e tinha dons extraordinários. Tinha uma presença incrível e embora não acreditasse muito nisso, ela era especial. Guilherme acreditava que Esmeralda seria uma divindade da natureza em tempos passados e por estar muito ligada a cachoeira e aos seres da floresta, a imagem que ele fazia dela tinha tudo a ver. O único detalhe que ela não tinha controle era o próprio coração. Ele sabia que ela ia sofrer muito se levasse um choque desses e porém tem medo de perde-la também.


Na floresta, a polícia procura por Esmeralda e encontra uma peça de roupa caída numa trilha. D. Iracy ao ver a peça de roupa na mão do delegado admite que é da filha. O capanga olha para Dulce sério e decide se intrometer na conversa quando o delegado pergunta se Esmeralda tem amigos próximos.
_ela tem sim senhor! Ele se chama Guilherme. _diz o homem.
Alexandre olha para D. Iracy e Dulce fica preocupada.
_Guilherme? Eu não o conheço. _diz o delegado intrigado. _Vocês permitem a amizade da sua filha com um homem?
_Bem delegado não é o que o senhor está imaginando. _diz Alexandre. _Guilherme é uma pessoa do bem e se tornou muito próximo de nós.
_ele já trabalhou pra gente e temos muita confiança nele. _diz D. iracy.
O delegado encara sério para os dois e diz:
_Eu quero conhecer esse Guilherme e se a sua filha é amiga dele, com certeza deve estar com ele.

Nesse momento, Guilherme deita Esmeralda numa cama e ela descansa. Ele fica pensativo em tudo o que aconteceu e depois se lembra do cordão. O objeto não estava com ela.
Na casebre, a velha observa o cordão que brilha fortemente.
“Muitas surpresas hão de acontecer.”


A polícia bate na casa de Guilherme que o atende ao ouvir duas batidas seguintes e no momento que abre a porta, o delegado estava com Alexandre, D. Iracy e o capanga Donizete, no qual o encarou friamente.
_Senhor Guilherme, Esmeralda desaparecera e suponhamos que esteja em sua casa. Podemos entrar? _pergunta o delegado.
_Sim. Ela se encontra aqui. _responde Guilherme, para alívio do casal que estavam preocupados.
_Minha filha onde está? _pergunta Iracy.
_Entrem e fiquem a vontade. _diz Guilherme. _ela descansa.
D. Iracy se aproxima de Esmeralda e a abraça fortemente enquanto o delegado observa a casa toda e Alexandre fica sério.
_posso saber o porquê ela está deitada em sua cama? _pergunta Alexandre.
_eu tenho muito respeito com a sua filha. Jamais faria algum mal a ela. _diz Guilherme sério.
D. Iracy percebe manchas de sangue na roupa de Esmeralda e se vira séria, encarando todos.
_ela foi tocada! _diz a mulher.
Alexandre olha para Guilherme e diz:
_como você teve coragem de fazer isso com a gente?
_Senhor Alexandre eu...
_Prendam esse homem! _diz Alexandre bravo. _Você nos apunhalou pelas costas.
O capanga sorri ao perceber a expressão de Guilherme assustado.
O delegado coloca as algemas em Guilherme que tenta se defender.
_eu não durmi com a sua filha! Acredite em mim!
_sangue na roupa dela. Prova suficiente de que você não vale nada. _diz Alexandre irritado.
_vocês estão cometendo um grande engano. Esse sangue não tem nada a ver com o que vocês estão pensando. Esmeralda continua virgem e eu não a toquei nela. _diz Guilherme sério e sendo levado para a delegacia.
D. Iracy lamenta pela perda da virgindade de Esmeralda e Alexandre fica preocupado em não poder casá-la com Henrique.
_O que vamos fazer agora? _pergunta ela aflita abraçando-o.
_Precisamos pensar mulher. _responde ele transtornado.
O delegado coloca Guilherme dentro do carro e parte. Dulce observa ele ir pra prisão e fica boquiaberta.



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