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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

26º Capítulo - Unidos pelo Destino

Após algumas horas, Esmeralda e Herus decidem voltar para suas casas.
_Infelizmente preciso ir senão minha mãe me mata. _diz Herus sorrindo.
_E eu o meu marido.
_Marido? Não sabia que era casada.
_Sim. Infelizmente sou. Mas eu não tenho nenhum sentimento por ele. Foi um casamento arranjado por meus pais.
_Nossa. Ainda existe isso?
_Bom, para eles sim mas depois explico tudo.
_Ta bom! Quando podemos nos ver de novo?
_Bom, eu sempre estarei aqui.
_E eu também. _diz ele, lhe dando um beijo nos lábios.


Mais tarde, Esmeralda chega em casa e Henrique está a sua espera no quarto.
_Posso saber onde estava?
_Não lhe devo explicações. _diz ela, dando de ombros.
Henrique avança sobre ela e lhe pega no pescoço.
_Você é a minha mulher e me deve explicações sim.
Esmeralda fica com um olhar sério sobre ele e tenta pegar algo para se defender, enquanto ele continua a apertar seu pescoço.
_Me larga! _diz ela, jogando um spray de perfume no seu olho, que o faz ele soltar as mãos e ficar mais furioso ainda.
_Sua vagabunda! Olha só o que você fez. Quase me deixou cego!
_A partir de hoje, você não me toca mais! _diz ela, correndo do quarto pra fora e fazendo ele ir atrás xingando pelos corredores.
Na correria, Esmeralda atravessa a porta e abraça o pai rapidamente. Henrique chega próximo e diz com os olhos todo vermelho.
_Não adianta se proteger no colo do seu pai porque quem manda nessa casa agora sou eu.
_Isso é o que você pensa Henrique. _diz ela forte, abraçada ao pai que o olha severo.
_Volta pro quarto agora Esmeralda! Você é a minha mulher e me deve obediência. _ordena Henrique.


Alexandre se aproxima dele e decide tomar coragem para enfrenta-lo.
_Eu ainda sou o pai dela e você não pode trata-la assim.
_Obrigada pai! _diz Esmeralda.
_Você não pode me dar ordens empregado!
_Empregado jamais porque eu e minha família iremos sair dessa casa amanhã mesmo. E Esmeralda vai conosco.
Henrique olha para Alexandre sério e consente.
_Vocês que sabem. Mas não pensem que será fácil escapar daqui.
_Por acaso vai nos prender aqui? _pergunta Esmeralda.
_Se for necessário. _diz ele, voltando pro quarto e deixando todos tensos.

O dia amanhece e Crislaine acorda. Ela vê as horas no celular e percebe que já são quase nove horas. Ao se levantar, ela caminha até a pia do banheiro e joga um pouco de água sob o rosto e olha para o espelho em sua frente. De repente ela vê o seu passado nele e a imagem de uma jovem sonhadora e romântica que trabalhava dia por dia sem parar e que ansiosamente esperava encontrar um príncipe encantado.
O seu sorriso encantava seus pais.
Uma lágrima caía dos seus olhos naquele instante ao ver o sorriso daquela jovem no espelho.
“Por que as coisas mudaram dessa forma para mim?”


E ela deixou o banheiro e voltou para a cama. Sentou um pouco. Pegou o celular ainda com as mãos molhadas e discou os números e fez uma ligação.
_Oi bom dia! Eu gostaria de uma informação. Por acaso conhece o bairro daqui onde tem um castelo? Sim. Um castelo. Eu não sei senhora exatamente o ponto de referência mas sei que tem um castelo dentro dessa cidade e presumo, neste bairro. Senhora é importantíssimo eu saber! Ok. Aguardo resposta. Obrigada!
“Preciso entrar nesse castelo.”

Herus chega em casa todo contente e Hortência o encontra na cozinha preparando algo pra comer.
_Isso são horas meu filho?
_Desculpa mãe mas eu estou tão feliz que perdi até a noção do tempo.
_Quer dizer que está feliz né? Namorada nova?
Herus sorri.


_Acho que não tem como disfarçar né pelo menos pra senhora.
_Negativo. Me conte! É aquela garota dos sonhos?
_A gente pode conversar sobre isso depois? Estou com fome.
Hortência sorri e abraça o filho carinhosamente.
_Meu filho eu só quero te ver bem. Apenas isso.
_Eu estou bem, mãe. Eu estou me sentindo muito bem.
_Que bom! Eu fico feliz só de te ver feliz viu. _diz Hortência contente.

Em seu quarto, Esmeralda sob a cama olha para a medalha atentamente e apertando com suas mãos a pedra, coloca próximo ao peito e fecha os olhos. Ela sente a presença de Dionísio tocando em seu rosto e sorri feliz. Mas é despertada quando D. Iracy entra porta adentro.
_Bom dia! Está tudo bem com você?
_Sim. _diz ela, escondendo a medalha dentro da blusa.
_Eu não entendo porque Henrique nos trata desse jeito. A gente confiou nele. _diz ela, decepcionada.


_mãe, eu não quero falar desse assunto.
D. Iracy olha para a fisionomia da filha nesse momento.
_você nunca vai perdoar o que fizemos né?
_Sinceramente não, mas eu não vou desamparar vocês.
_Obrigada! Eu e seu pai erramos mas ainda amamos você.
_eu vou me arrumar se não se importa.
_tudo bem. Eu preciso fazer umas coisas também.
_certo. _diz ela, séria e se levantando da cama.

Apolo vai ao supermercado comprar algo e encontra por acaso Silvana que se aproxima do rapaz, com o seu jeito todo sensual de ser.
_Oi gatinho!
_Oi! _diz ele, não lhe dando muita atenção e verificando os produtos da prateleira antes de pôr na cesta.
_você se lembra de mim né?
_como eu poderia esquecer? _revida ele, com um olhar sério. _O que você quer garota?
_Quero conversar com você apenas.
_Mas eu estou ocupado e com pressa. Não está vendo?
_Desculpa. Será que a gente pode conversar na pousada?
_Nem rola ok! Você é irmã da minha namorada e eu sou fiel a ela.
_Fiel? Vocês nem se casaram ainda.
_Oh garota me deixa em paz ok! Eu até já sei qual é a sua e sinto informar que não vai conseguir nada.
_Nossa. O turista sabe medir bem cada palavra antes de falar né? Aiai. Não sabe nem o que está dizendo. Vai por mim. Minha irmã não é santa não.
_Vai ver se eu estou na esquina. _diz Apolo se afastando dela.
Silvana fica séria.

“Você ainda vai comer na minha mão.”



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