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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

29º Capítulo - Unidos pelo Destino

D. Iracy entra porta adentro do seu quarto e abre seu guarda-roupa. Remexendo em todas as suas coisas, ela encontra uma caixa pequena em formato redondo e tira de dentro uma penca de chaves. Ela coloca as coisas tudo novamente em seus lugares e sai em passos rápidos pelo corredor. A mulher vai até a floresta sozinha e ao atravessar um campo cheio de mato, ela consegue avistar o outro lado do castelo, como se fosse um sótão que desse acesso ao interior dele, mas porém havia um portão menor trancado com chaves. E o lugar onde ela se encontrava não era muito frequentado. Havia só mato ali e estava totalmente abandonado. Ela sem receio algum destranca o portão e entra, fechando em seguida. Ao abrir a porta e se deparar com aquele breu total, morcegos a assustam um pouco mas ela corajosa consegue escancarar a porta toda iluminando pelo menos um pouco com a claridade da lua e na parede ela acende a lamparina com o fósforo. Com o interior todo iluminado, ela vai até a estante e procura por um livro no meio de vários deles e sopra pra tirar a poeira. Ao abrir, pequenos insetos saem das páginas mas ela não se importa e continua a folhear até que encontra o que tanto procura.
_Aqui está o que eu quero.
E ela prepara a mesa. Coloca alguns produtos sobre ele. Acende velas por todos os lados e coloca o livro no meio de alguns pertences próprios. A mulher fecha os olhos e começa a fazer invocações estranhas.


Nesse ínterim, Lauriete apresenta o namorado Apolo para os pais que sorriem felizes. Ambos se abraçam na sala. Silvana chega na hora do jantar onde todos estavam reunidos na mesa.
_esta é a minha filha Silvana. _diz Marieta.
_Oi Silvana tudo bem? _pergunta Apolo.
_Tudo amor. _diz ela, com ar de deboche. _Finalmente a minha irmã apresentou o namorado pra família. Estava na hora.
_como sempre debochada né? _diz Lauriete olhando sério pra ela.
­_desculpa se falei algo errado mas quer saber Apolo: melhor mesmo você se relacionar com a minha irmã. Vai fazê-la muito feliz porque a coitada sofre pra caramba achando que nunca vai encontrar o seu príncipe e de repente ele surge.
_Bom, Apolo é um prazer recebe-lo em nossa casa. _diz Marieta, cortando o assunto.
_Eu e Marieta ficamos felizes por você ter boas intenções com minha filha e querer realmente ficar com ela. _diz Wander.
_ah pai! Apolo tem boas intenções sim. Só o fato dele desvirginar minha irmã ta tudo certo. _diz Silvana, provocante e fazendo os pais se engasgarem.
Lauriete fica séria nesse momento com ela e Apolo abaixa a cabeça em silêncio.
_O que você pensa que é pra me desmoralizar assim diante de todos? _pergunta Lauriete ao empurrar Silvana contra a parede na cozinha.



_Minha filha isso é coisa que se diga? _repreende Marieta indignada.
_você passou dos limites Silvana. _reclama Wander.
_gente, eu não disse nada demais. Estamos em pleno século 21. Isso é coisa normal da vida. Apolo vai casar com a Lauriete e ...
De repente, um tapa na cara.
Lauriete esbofeteia Silvana no rosto, impedindo que ela dissesse qualquer palavra a mais. Envergonhado, Apolo decide ir embora mas Wander o impede, pedindo desculpas e ao ver aquela cena toda, Silvana não revida o tapa mas sai da cozinha e vai pro quarto séria. Lauriete abraça Apolo fortemente com lágrimas nos olhos. Wander coloca a mão na cabeça e Marieta se sente péssima.

Ralph fica pensativo no seu quarto e as cenas do passado voltam a atormentar sua mente.
“_Você disse que ia ser feliz comigo e que a gente ficaria junto pra sempre.
_eu menti ta legal! Eu não quero mais ficar com você. _diz a jovem nos seus pensamentos.
_eu não entendo porque faz isso comigo. A gente estava super bem um com o outro.
_olha eu não quero mais te enganar, te dar falsas esperanças mas eu não sinto mais aquele amor que eu tinha por você.
_nossa relação era tão boa. Por que está fazendo isso comigo amor? Eu te amo tanto que você nem imagina o quanto.
_eu sei disso. _e ela chorava nesse momento. _mas eu não quero mais fazer parte da sua vida.



_me dá uma razão por favor! Um motivo sei lá. Olha se eu fiz algo de errado, eu peço desculpas mas por favor não termina comigo. Eu te quero tanto minha vida.
_você não entende Ralph! Eu não te amo mais. Eu estou amando outro. Desculpa!...”
Lágrimas nesse momento correm por seus olhos.
Ele chora feito uma criança deitado naquela cama e coloca suas mãos no rosto. A dor das lembranças ainda não foi esquecida do seu coração.

Esmeralda fica preocupada e Dulce serve uma xícara de café á ela.
_Minha menina, o que houve?
_eu não sei Dulce mas sinto um aperto no coração.
_você sempre teve isso.
_sim. Você me conhece bem né desde quando nasci.
_sim. Eu cuidei de você Esmeralda por muitos anos e ainda continuo a servindo.
_eu sei e agradeço por tudo de verdade.
_minha menina, não tem dinheiro nenhum que pague tudo que fiz á você. Embora essa casa guarde tantos segredos, eu gosto muito de você. _ela deixa escapar de repente.



_segredos? _se intriga Esmeralda.
_eu e minha boca. Não é nada. É só um jeito de falar.
_não Dulce. Você deu a entender de que sabe de algo.
_impressão sua minha querida. Eu não sei de nada.
Esmeralda se levanta da mesa de repente.
_seja o que for eu tenho o direito de saber.
Dulce fica séria.

Guilherme e Herus conversam á sós sobre o pentagrama.
_então você tem uma forte ligação com o Dionísio segundo Morgana disse.
_eu não sei porque mas o senhor não é estranho. _diz Herus, tentando pensar nas cenas do passado para que pudesse reconhece-lo.
_eu sou amigo de Esmeralda. O melhor amigo dela.
_sei. Era amigo de Dionísio também?
Essa pergunta o deixa em silêncio por alguns minutos.
_Não. A gente não chegou a se conhecer.
_Hum. Estranho porque Esmeralda falava dele o tempo todo pra você.
_como sabe disso?
_eu tenho minhas fontes.
_sei. Para um novato turista, as suas fontes te informam bem.
_sim. Me informam o suficiente para que eu não possa confiar em ninguém.
_certo. E porque você acha que não poderia confiar em mim?
_não sei. Apenas acho que não posso.
_bom, você está na minha área. Devia confiar em mim.
_só porque estou na sua área, não significa que devemos ser próximos.
_você é sempre assim desconfiado?
_precavido. Essa é a resposta certa. Ah e mande um abraço pro seu filho. Ele deve ser muito importante pra você.
_Herus, como sabe que tenho um filho? Se informou sobre mim?
_não foi preciso. Eu li sua mente e vi que tinha um filho. _diz Herus, sério.

D. Iracy fecha a porta quando é surpreendida por Alexandre, que a assusta.
_ah é você? Nossa! Quase me mata de susto. O que quer aqui?
_Posso saber o que faz aí dentro?
Ela fica sem resposta.



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