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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

37º Capítulo - Unidos pelo Destino


Herus segura Augusto pelo braço e Esmeralda fica tensa.
_Posso saber porque está aqui?
_oh me larga! Prometo que não vou fazer nada ok? _pede Augusto.
_deixa ele Herus! Então o que estava fazendo aqui? _pergunta ela.
Herus solta Augusto que decide falar.
_eu fui contratado pelo Henrique pra te vigiar.
Herus fica encabulado e Esmeralda resolve se sentar na pedra desolada.
_eu sabia que mais cedo ou mais tarde ele ia fazer isso.
_amor, não fique assim! _diz Herus.
_eu devia ter preservado você Herus. Meu Deus! Se Henrique descobre que estamos juntos...
_ele já sabe. _diz Augusto sério deixando os dois preocupados. _não é a primeira vez que vejo vocês juntos.
_putz! _diz Herus tacando uma pedra na água da cachoeira.


_ok! Herus, eu vou tentar resolver essa situação. Eu prometo! _diz Esmeralda.
_eu quero estar junto com você meu amor! _diz Herus.
_ta bom! _diz ela séria.
_olha, eu não quero perder o meu emprego na mansão. Eu preciso do cargo de motorista. _diz Augusto, nervoso.
_relaxa! Você não vai perder o seu emprego. _diz Esmeralda.

Na mansão, Iracy e Alexandre arrumam as malas quando Esmeralda chega.
_pra onde vocês vão?
_pra algum lugar distante dessa mansão. _diz D. Iracy séria.
_mãe se for pelo que conversamos...
_filha, fique tranquila! Você tem toda a razão. Eu fui uma idiota.
_eu não quero que vão. _diz ela com lágrimas nos olhos.
Alexandre e a mulher se olham e abaixam a cabeça e continuam a arrumar as malas. Esmeralda pega a mala da mãe e não deixa ela colocar mais nada.
_esta é a nossa casa. Pertencem a nós três. Não pode fugir da luta assim! Mãe! Pai! Vocês enlouqueceram?
_filha...
_deixa! Eu falo com ela. Esmeralda, não somos bem vindos nessa casa. A nossa paciência se esgotou. Eu e seu pai estamos cansados. _diz D. Iracy séria.
_eu preciso de vocês dois aqui. _diz Esmeralda sofrida.


De repente, Humberto a encontra.
_deixa eles irem meu amor!
_você! _ela se vira séria contra ele. _você é o causador disso tudo!
_seus pais colheram o que plantaram.
_eu exijo que meus pais fiquem! _diz ela, com autoridade.
_uma mulher como você não exige mais nada aqui.
_Parem de confusão por favor! Filha a gente vai ficar bem! _diz D. Iracy.
_é isso mesmo minha filha pra que gastar voz com esse homem? _diz Alexandre nervoso.
_Calem-se os dois! _diz Humberto arrogante.
_Não fale assim com eles. _diz Esmeralda o empurrando.
_Ok! Eu vou ser bem claro então! Você não manda nessa mansão porque a sua moral também está no chão minha querida.
_o que você quer dizer hein? Eu ainda sou sua mulher e dona disso tudo.
_minha mulher? Nossa! Estou comovido. Se você realmente fosse minha mulher não andava se encontrando com outro macho na floresta. _rebate Humberto.
D. Iracy e Alexandre se entreolham perplexos.
_engoliu a seco né? _diz ele ao perceber a expressão de Esmeralda. _eu sei do seu adultério e você devia ter vergonha nessa sua cara de abrir a boca e ainda dizer que é minha mulher.
Esmeralda fica atônita.


Silvana fica toda feliz por ter conseguido separar Apolo de Lauriete mas a confusão ainda não acabou pois ele estava justamente na sua frente e dentro do quarto da pousada, onde não teve ninguém do lado de fora que não conseguiu ouvir a discussão que vinha lá de dentro.
_eu quero você fora daqui! _diz ele irado.
_eu não vou sair Apolo. Eu quero você! _diz ela agarrando em seu braço.
_você não tem vergonha na cara! Será que não entendeu que você não me atrai?
Silvana ao ouvir aquelas palavras lhe dá um tapa no rosto e ele fica sério.
_Desculpa meu lindo. Eu não queria fazer isso mas... por que a gente não continua onde paramos? _ela diz provocante.
_você quer continuar? Então vamos continuar! _ele pega ela pelo braço e abrindo a porta do quarto, empurra ela pra fora e joga as roupas no rosto dela. _fora do meu quarto, da pousada e da minha vida! _ e bate a porta com toda a força.


_eu não queria ficar com você mesmo seu idiota, mal educado! _ela grita no corredor.
Mesmo humilhada e jogada pra fora do quarto quase despida, ela não perde a graça e nem se importa com os olhares em volta.
_perdeu alguma coisa aqui? Acho que não né cambada! O que está olhando você? Nunca viu não? Sem graça!
O olhar sério do dono da pousada sobre ela foi ameaçador. Todos pararam seus afazeres para olhar a cena. Silvana saiu da pousada com vaias e ofensas por todos os lados.

Lauriete passou a tarde toda abraçada em Phelipi e os dois conversavam um pouco. Mas na maioria das vezes ela preferia o silêncio e ele respeitava. Lauriete não queria voltar pra casa porque não tinha coragem de topar com sua irmã por conta do que aconteceu na pousada e ele sugeriu que ela o acompanhasse. Sem saída e ainda tensa com toda a situação, ela aceita o convite dele e ele a leva para seu apartamento, onde a deixa totalmente à vontade.
_você mora sozinho aqui?
_eu divido com minha prima. Mas fique tranquila ela é legal e está no trabalho agora.
_entendo. Eu juro que não quero atrapalhar em nada.
_relaxa. Você não atrapalha. Aceita beber algo?
_eu não bebo. Mas se tiver água. _diz ela, sentando no sofá e com o braço na perna, apoiando o queixo.
_sim. Vou buscar. _diz ele, indo pra cozinha.

Na pousada, Ralph sai do banheiro e percebe que Crislaine já saíra dali. Ele senta na cama e fica pensativo, enxugando os cabelos com a toalha. Ele abre um sorriso ao se lembrar da noite que passara com ela. E por falar nela, lá vai Crislaine andando pela rua com sua bolsa a tiracolo. Ela não consegue esquecer que dormira com Ralph e ainda que ouviu ele dizer que estava apaixonado por ela. Já na casa de Françoise ou melhor dizendo no quarto da filha, Belmiro não consegue controlar sua ansiedade e abre a porta do banheiro. Fernanda se assusta com a presença do pai ali.
_Pai, mas o que o senhor está fazendo aqui?
_eu não consigo me conter. Você me deixa atraído por você.


_pára! _ela fica chocada com as palavras dele. _Por favor sai do meu quarto!
Belmiro se aproxima da filha e começa a beijá-la. Ela sentindo nojo, pede para ele parar e ele não pára. Suas mãos caminham pelo corpo dela e ela em estado de choque e choro, tenta evitar que ele a toque desejadamente.
_eu sou sua filha! Pára!
_eu sempre tive vontade de ter você. Ter o seu corpo.
Fernanda dá um tapa no rosto de Belmiro.

_Você é um tarado! _ela diz com raiva.



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