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quinta-feira, 12 de março de 2015

40º Capítulo - Unidos pelo Destino


* Dedicado para Marciel Souza, Elisangela Morales e Lucas James.

Andando devagar pela calçada, Lauriete não consegue parar de pensar em Apolo e agora no beijo que recebeu de Phelipe e sua mente fica muito confusa. Nesse mesmo tempo, o táxi andava na esquina ao lado e Apolo estava sofrendo muito ter que ir pro Rio sem encontrar sua amada e principalmente, por não ter tido a chance de provar que caíra numa armadilha feita por Silvana.
_Desculpe a pergunta mas o senhor está bem? _pergunta o motorista ao ver a expressão dele pelo retrovisor.
_Não. Eu estou me sentindo muito confuso. Coisas do coração. _diz ele, com a cabeça apoiada na poltrona e com os olhos fechados.
_Amor é um assunto complicado. E o pior que somos dependentes dele.
_Mas eu a amo muito mesmo de verdade e não queria ir embora sem falar com ela.
_Desculpe o meu intrometimento nisso mas não acha que deveria ir atrás dela.
_Ela não quer nem olhar na minha cara.
_Entendo. _e ele continua dirigindo lentamente.


_Mas eu vou ficar bem... _e de repente, virando o seu rosto para a janela encontra Lauriete caminhando devagar. _Pára esse táxi!
O motorista se assusta e freia o carro rapidamente.
_Mas senhor o que houve?
Apolo, confuso e num movimento brusco desce do carro rapidamente e corre pela calçada ao encontro de Lauriete.
O motorista sai do carro e fica boquiaberto com a atitude do rapaz.
Lauriete ouve os chamados de Apolo que grita insistentemente e olha para ele séria até este chegar próximo, caminhando devagar e aliviado ao vê-la antes de ir embora.

No evento, após dar o seu show na pista, Crislaine se aproxima de Henrique no bar e ele olha para ela com um ar seríssimo.
_Gostou da minha performance? _ela diz provocante e pede ao garçom um uísque.
Ele somente olha para ela sério e depois de uns goles, responde:
_As pessoas aplaudem qualquer coisa.
Ela sorri nesse momento como se estivesse zombando dele.
_Ah meu querido, não sou qualquer coisa e você sabe muito bem disso. Eu sou Crislaine Bragança Silveriano.
_Sim. A maior prostituta da França. _ele diz, num tom irônico e bastante grosseiro.


Ela coloca o copo de uísque na mesa e fala em seu ouvido:
_A prostituta que um dia você fez lamber os seu pés.
Ele se sente alfinetado com suas palavras.
_Por que você voltou hein?
_Porque ainda tenho uma missão a cumprir.
_O que você quer no Brasil sua ordinária?
_Calma Henrique! Se você continuar agindo com indiferença assim, a socialite deste evento pode lhe ver com uma má impressão. Você não quer cometer certos deslizes quer?
_Este evento é muito importante para os meus negócios e eu não quero que ninguém atrapalhe.
_Sei muito bem do que é capaz. Você quer mamar no dinheiro de cada um destes empresários que está presente nesta festa.
_Detesto quando você fala desse jeito.
_E eu detesto quando você fala cuspindo. _diz ela, se distanciando com o copo de uísque.
Henrique se aproxima dela e pega em seu braço fortemente, a deixando séria mas esquece que estava numa festa e que todos começaram a espreita-lo naquele momento. O acessor fica chocado com sua atitude.
Quando ele percebe que cometeu uma gafe perante a todos, ele larga o braço dela e pede desculpas. Crislaine ajeita a alça do vestido e anda devagar para o meio da pista, onde estavam os outros dançando e começa a dançar também.
Henrique volta para o bar e toma o copo de uísque todo.
Em seguida, ele sai do evento sem falar com ninguém.

Michel fica pensativo em sua cama ao lembrar de Fernanda que correu para os seus braços desesperada e somente de toalha.


Já na casa de Guilherme, Hortência lhe faz uma visita.
_Então você é mãe de Herus? _ele pergunta surpreso.
_sim. Sou mãe de Herus.
_O que a senhorita faz em minha casa? Em que posso ajuda-la?
_Eu sei que você é muito amigo de Esmeralda. Provavelmente sabe muito mais a respeito dela do que algumas pessoas aqui da cidade.
_Bom, por sermos muito próximos, eu diria que sim. Eu sou o melhor amigo de Esmeralda.
_Então sabe quem foi Dionísio certo?
_Peraí, onde a senhora quer chegar?
_Meu filho tem dons especiais, senhor Guilherme. Ele sempre referia a cachoeira, a uma mulher, a um cordão que até desconheço a forma e o peso, enfim, ele sempre esteve ligado em tudo que houve no passado e que envolveu Esmeralda.
_como a senhorita chegou a estas ligações?
_eu tenho boca e ouvidos. Eu andei me informando.
_Certo. Eu conheci Dionísio sim mas não tive muito contato com ele do que Esmeralda teve. Ele foi o grande e único amor dela. Mas um fato triste percorreu as nossas vidas. Ele foi brutalmente assassinado.
_Eu fiquei sabendo disso também. Guilherme, o meu filho Herus está se envolvendo com ela e eu não estou nem um pouco tranquila quanto a isso.
_Entendo a sua razão agora por ter me procurado. Precisa de ajuda né?
_Muito. Eu quero separar o Herus da Esmeralda e tem que ser imediato. Por mais que eu queira a felicidade do meu filho, mas eu não vou ficar tranquila sabendo que ele está entrando em uma fria. _diz ela séria.

Lauriete fica séria ao ver Apolo em sua frente.
_Eu sei que você está com ódio de mim e não quer falar comigo. _diz ele.
_Eu não estou preparada pra conversar com você até porque acho inútil termos um conversa.
_Não foi minha culpa. Você precisa acreditar em mim.
_Eu vi você junto a ela! _diz Lauriete, com uma lágrima rolando dos seus olhos.


_Mas não foi o que você pensou que era. Eu tenho nojo da Silvana. Eu nunca preferi ela do que você.
_Eu estou sofrendo demais Apolo. Você não faz ideia do quanto estou sofrendo por dentro.


_Meu amor, eu não queria retornar para o Rio antes de conversar com você.
_Eu não consigo olhar pra você sem me lembrar... Apolo me deixa! Por favor vá embora! _ e ela corre depressa, deixando ele sozinho na calçada.
_Lauriete!!!! Não fui eu. Você precisa confiar em mim!
As lágrimas dele correm face abaixo.

Henrique caminha devagar pela rua quando encontra Maitê. Ele se aproxima dela e os dois conversam. De repente, estão se pegando dentro de um quarto de um hotel. Após ter feito sexo com ela, Henrique coloca as roupas e ela ainda enrolada no lençol, diz:
_Foi muito bom ter passado a noite com você.
_Que bom que gostou! Eu vou passar a encontra-la mais vezes.
_Que delícia! Eu vou estar lhe esperando sempre.
Ele se aproxima dela e a beija e depois coloca o dinheiro sobre a cama. Maitê olha para ele séria e diz:
_você está me pagando?
_Ué? Você não é garota de programa?
_Bem...
_Então fique com a grana!
_Calma aí! Eu não faço programa.
Henrique sorri descontroladamente.


_Garota não precisa esconder o jogo. Para uma jovem tão linda como você se entregar fácil é porque gosta muito de uma safadeza entre quatro paredes.
Maitê dá um tapa no rosto dele e diz:
_Mas você se enganou com minha aparência porque eu não sou do tipo que faço programa com ninguém.
Henrique olha para ela sério.
_Você pode ter me trazido para este quarto, mas eu confesso que eu quis muito. Agora ser paga por uma noite de prazer, isso eu não admito! Engula o seu dinheiro seu filho da mãe! _ela diz, indignada.

Ao chegar na nova casa simples e pequena, Iracy sente o esposo Alexandre tenso.
_aconteceu alguma coisa?
_Por que a pergunta? _ele diz intrigado.
_desde que saímos da mansão, está assim preocupado.
_Eu estou pensativo com relação a nossa filha que ainda vive com Henrique.
_Não! Não é isso porque nós dois sabemos o quanto ela é forte e capaz de deter o Henrique. Abra o jogo de verdade!
_Você me conhece mesmo né?
_sem sombra de dúvida.
_Eu mandei Donizete matar Henrique. _ele diz sério, deixando ela perplexa.



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