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sábado, 28 de março de 2015

45º Capítulo - Unidos pelo Destino



Esmeralda resolve se intrometer na conversa dos dois:
_Henrique, eu e Herus sabemos que você está com o cordão. Por favor, nos devolvam!
_Ah o cordão! Desculpem, mas não posso.
_como assim não pode? O cordão é dela! _diz Herus intrigado.
_Agora o cordão é meu e não dela mais!
_você não pode! _diz ele, tentando avançar sobre Henrique mas é puxado por Esmeralda.
_Se acalma Herus! Henrique sabe que não pode ficar com o amuleto de minha proteção. Isso atrapalha sua vida e até mesmo seus planos.
_Eu não entendi Esmeralda. Até agora o cordão não me fez nada. _diz Henrique, revidando.
_Mas vai fazer. Por que ele foi forjado com amor e não com ódio. E você sabe muito bem que a luz não se dá bem com as trevas. Para este cordão voltar as minhas mãos, é questão de tempo.


Henrique fica sério nesse momento e olha para Herus e Esmeralda e resolve revidar mais uma vez.
_Você jamais verá o seu amuleto outra vez Esmeralda porque é o meu trunfo contra o seu poder.
E em seguida, deixa o casal na esquina e entra dentro do carro.
Herus e Esmeralda se entreolham.
_E agora? _ela pergunta confusa.
_Agora temos que tirar o cordão da posse dele mas não sei como. _diz Herus, decidido.

Silvana sai de casa e anda pelas ruas carregando suas coisas. Séria e sem arrependimento algum de ter causado a separação da irmã, ela apenas caminha. Os carros passam pela esquina e o entardecer já se aproxima. De repente, um carro pára próximo dela e a janela se abre.
_Para onde vai gata? _pergunta Henrique.
Silvana olha para ele e responde:
_Eu não sei. Não tenho rumo certo. Por quê?
_Porque poderia te dar uma carona.
_Pode ser. Me leva para longe daqui.


_Entra. _ele abre a porta para ela que entra em imediato. _Posso saber o que uma jovem linda faz sozinha no meio da rua?
_Eu fui expulsa de um convento. _diz ela.
Nesse momento, ele sorri.
_Você não se deu bem como freira?
_Não. Não me quiseram.
_Hum. Entendo. _diz ele, pegando em sua coxa. _Que desperdício entrar em um convento.
_O que você quer de mim?
_Várias coisas. O que quiser. _diz ele, com um olhar malicioso.
E os dois começam a se beijar dentro do carro.

Harris chega de bicicleta na casa de Herus e o encontra com Esmeralda.
_Oi tudo bem? _pergunta Harris e os dois se surpreendem com a visita dele.
_Harris, o que faz aqui? _pergunta Esmeralda intrigada.
_Oi Esmeralda. Eu não sabia que estava aqui. Queria conversar com o Herus em particular.
_está bem! E como vai o seu pai?
_Bem. _responde o rapaz.


_Eu vou deixa-lo a sós. _e ela beija Herus e sai, o deixando sozinho com ele.
_Então Harris, estou surpreso com sua visita. A gente nunca chegou a ter um encontro assim.
_Tudo tem a primeira vez Herus.
_sim. Mas o que o traz aqui?
_assunto de sua importância. E acho bom você me ouvir. _diz Harris corajoso.

No castelo, Crislaine desce as escadas e encontra uma outra porta entreaberta e se arrisca a entrar. Ao passar pela porta, ela se depara com o ambiente todo organizado, cheio de prateleiras e um caldeirão velho. A chaminé em brasa e alguns livros jogados na mesa abertos, como se tivesse alguém ali preparando alguma receita. Crislaine não percebe mas uma pessoa a vê e diz por trás de suas costas, como um vento que assopra seu ouvido.
_Seja bem vinda!
Ela ao virar-se, encontra com a presença de uma pessoa e desmaia, quando esta lhe joga um punhado de cinzas.


Henrique leva Silvana para o castelo e aos beijos e amassos, ela acaba fazendo sexo com ele num quarto grotesco. Sem perceber que estava se envolvendo com um homem perigoso, ela simplesmente se entrega e já bêbada, não raciocina direito. Henrique pega um punhal ao seu lado e a mata sem dó nem piedade. Silvana só consegue perceber que foi apunhada quando gotas de sangue espirra em seu rosto e ela se apavora naquele exato momento. 


Nem seus gritos são suficientes para salvá-la daquele quarto. Silvana morre nos braços do amante, que percebe os maus espíritos surgindo. A alma de Silvana fica desesperada ao se ver diante do espelho.
_O que aconteceu comigo? _ela se depara com o seu corpo estendido na cama e ensanguentado.
_Você morreu Silvana! _diz Henrique sério.
_Nunca! Eu quero viver! _diz ela, percebendo que os maus espíritos a cercavam. _Se afastam! Não me deixa sozinha com eles. Por favor!!
Os espíritos a carregam para dentro do chão em imediato.

Os olhos de Herus se lacrimejam nessa hora e Harris percebe.
_Aconteceu alguma coisa? _ele pergunta.
_Não foi nada. _diz Herus, esfregando os olhos. _Mas me diga o que tem de tão importante?
_Bom, Herus! Eu sei quem matou o Dionísio.
_como assim sabe? _ele se intriga.
_Eu sei que você deve estar por dentro desta história pois já está envolvido com a Esmeralda e por se tratar de um assunto do passado dela, eu acho melhor que você saiba.
_Esse crime foi prescrevido pelo que fiquei sabendo e confesso que nunca saiu da minha mente.
_Eu sei a razão de você ter esses pensamentos. Eu conheço bem algumas forças da natureza e aprendi ao lado do meu pai a sempre me defender diante de qualquer mau presságio.
_Eu sinto que você tem uma missão e por isso o torna diferente de muitos. Vejo asas em você.
Harris sorri.
_Eu também vejo em você.
Herus sorri em seguida.
_Mas apesar de ter um certo carinho e amor por essa pessoa, eu não posso fechar os meus olhos e fingir que está tudo bem.
_Quem é essa pessoa Harris?
_Meu pai. _diz Harris, um pouco tenso.

Crislaine desacordada e a pessoa observa ela de cima a baixo. De repente, um ruído de porta se faz e de dentro do cômodo, Henrique sai e se assusta com a cena.
_Mas o que ela faz aqui?
_Veio descobrir o nosso segredo. _diz a pessoa.
Henrique fica sério ao ver que a moça caída desmaiada é Crislaine.
_Mais uma que eu devia ter matado há muito tempo.

Donizete vai na casa de Alexandre e os dois conversam no quintal.
_você falhou? Mas não é pago pra falhar.
_Desculpa Sr. Alexandre mas Henrique é muito esperto.
_Volte aqui quando tiver boas notícias para me dar.
_Sr. Alexandre, saiba que é um prazer imenso para mim poder matar aquele homem com minha espingarda.
_Donizete, a morte de Henrique é um passo para eu reconquistar tudo que perdi mas você falhou!
_Eu posso ter falhado mas na segunda vez, não vou! Eu prometo!
_Não faça promessas porque você é um homem sem palavra, não passa de um merda!
_Assim o senhor me ofende.
_Eu estou cansado de agir sozinho. Você só faz merda.
_Eu sempre fui fiel ao senhor. Sempre segui suas ordens corretamente.
_Mas falhou desta vez, o que significa que perdeu a mão, perdeu o jeito de segurar uma arma e ter uma boa mira.
_O senhor não sabe o que está dizendo e vou reconsiderar suas palavras, já que está de cabeça quente.
_Que se dane suas reconsiderações Donizete! Homem que falha as minhas ordens não é digno de trabalhar pra mim.
_O que está dizendo Senhor?
_Eu estou dizendo pra cair fora daqui. Quer saber de uma coisa: eu não quero mais os seus serviços e assim que eu retomar minha mansão de volta, esteja preparado pra ir embora de lá que eu não quero ver suas fuças novamente. _diz Alexandre irritado.

Donizete fica sério.
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