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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Sétimo Capítulo de Corações Desimpedidos - Reprise

Enquanto Gisele e os outros ficam inconformados com a perda de Grace, Emiliano e Alda não conseguem conter as lágrimas. Aquele momento une o casal de uma maneira muito especial e comovente, fazendo com que eles esquecessem as mágoas do passado e estivessem juntos e sensibilizados com uma notícia triste e lamentável, o que tirou uma parte de cada um deles.
- Eu não vou saber viver sem a nossa filha, Emiliano. Porquê? Eu só queria entender o porquê.
- É difícil responder tal pergunta.
- Eu só queria que as nossas vidas mudassem. Ah como eu queria que ela estivesse com a gente agora. Eu faria tudo para vê-la feliz.
- Eu sou o culpado, Alda. Eu não devia ter dito palavras que feriram a nossa relação de uma maneira que ficou incontrolável. Eu fui injusto com você por várias vezes e nunca me senti um pai de verdade pra Grace. Eu nunca me importei com vocês duas. Essa é a verdade!


Emiliano lamenta perda da filha

- Eu sei, Emiliano que você nunca foi um pai presente pra Grace, mas não se sinta culpado porque eu também me sinto. Eu também fui arrogante com você e mesmo sabendo que você não era um pai presente na vida da Grace, eu nunca admiti pra mim mesma que nossa relação era tão familiar como os outros viam. Eu sempre apostei na felicidade da nossa família e nunca parei pra observar os erros que a gente cometia, que a gente tomava nas horas incertas. Sempre ocultei os fatos, Emiliano. Se eu soubesse que não daríamos certo, não teríamos ficado junto e você não teria registrado a Grace em seu nome.
- Alda, o fato é que eu me apeguei á Grace de uma forma muito especial. Mas com o tempo, eu fui me tornando egoísta, via o trabalho em primeiro lugar e deixei de ver a nossa filha, tentar entender o que passava com ela. Eu errei, Alda e hoje eu reconheço isso!
- A Grace tinha esperanças de que formássemos uma família unida. Ela comentou com uma amiga que esse era o sonho dela.



Emiliano se afasta do sofá e observa a lua no céu pela janela e Alda via lágrimas rolando em sua face.
- E agora, como vai ser nossas vidas a partir de hoje? - pergunta ela, sofrida.
- Eu sinto muito, Alda mas a nossa relação não dá mais. Eu espero que você saiba qual caminho seguir agora.
- Eu esperava por isso, Emiliano. Eu também pensaria da mesma forma.
- Mas preciso te falar uma coisa. - ele vira-se a ela. - Eu não quero terminar nossa relação com mágoas e ressentimentos do passado. Gostaria que a gente tivesse uma separação amigável, sem brigas e sem transtorno judicial. Pela Grace!
Alda fica pensativa por alguns instantes e consente.

Murilo não consegue dormir sem pensar na sua amada Grace e acaba incomodando Zeca que dormia no mesmo quarto de hotel.
- Mano, o que está havendo? Ainda acordado á esta hora da madrugada?
- Ah mano foi mal, mas eu não consigo dormir sem pensar nela.
- Murilo, tenta dormir cara! Vai te fazer bem. Amanhã é outro dia!
- Zeca, eu não me conformo com essa notícia. Devem estar errados sobre a Grace! Ela está viva. Em algum lugar ela está viva.
- Emiliano viu o corpo e disse que é da filha. Não tenha mais dúvidas! Aceite a realidade cara!


Murilo chora por Grace

- Eu vou ver o corpo mano. Amanhã eu vou dar uma passada no IML e vou verificar se é ela mesma ou não.
- Eu não vou deixar você cometer uma bobagem dessas. Você vai sofrer ainda mais se a vê-la naquele estado. - diz Zeca, firme.
Murilo não se convence dos fatos.


Na manhã seguinte, Gisele acorda indisposta e encontra Dorothy tomando o seu café.
- Bom dia amiga!
- Bom dia Gi!
- Nossa! Eu passei a noite toda acordada. Não consegui pregar o olho.
- Eu também Gi. Ainda não caiu a ficha do que aconteceu com nossa amiga.
- Nem me fala Dorothy. Como está a D. Alda e o Sr. Emiliano?
- Eles ainda estão no quarto. Não acordaram ainda pra tomar café. Mas devem estar abalados  ainda Gi. Afinal perder uma filha não é fácil.
Gisele senta diante da mesa do café e passa requeijão em seu pão ainda quente, acompanhado de uma xícara de café com leite.
- Daniel telefonou pra mim ontem á noite.
- Hum. E como ele está?
- Triste com a notícia da Grace.
- Perguntou por mim?
- Não, Gi. - diz Dorothy.
Gisele larga a xícara e o pão e fica em silêncio por alguns instantes e a amiga percebe.
- Gi, porque você não dá uma chance á si mesma e procura por ele.
- Dorothy, eu não quero falar sobre Daniel agora. Não neste momento.
- Desculpa! - diz Dorothy, ficando em silêncio e deixando Gisele tomar seu café em paz.
Neste momento, ouve-se batidas na porta e as duas se entreolham.
- Gisele, sou eu Zeca! - diz o rapaz do lado de fora.
Gisele atende o amigo, que entra apressado.
- O que houve agora, Zeca?
- O Murilo. Ele passou por aqui?
- Não, Zeca. Mas porquê? O que aconteceu? - Se intriga Dorothy deixando Gisele preocupada.
- Então ele foi aonde eu imagino que iria.
- Pode ser mais claro? - pergunta Gisele encabulada.
Zeca decide contar tudo.


Ao chegar no IML, Murilo tenta convencer o médico legista ao deixá-lo entrar na sala e ver o corpo, mas ele o detém porque já foi reconhecido pelo pai da moça. Emiliano chega no momento e assiste a cena do rapaz.
- Sr. Emiliano, que bom o senhor está aqui!
- Murilo, o que faz aqui?
- Eu preciso ter certeza de que ela está mesmo morta.
Emiliano estranha a atitude do rapaz e o abraça.


Murilo e Emiliano se abraçam

- Rapaz, fica calmo! A Grace está viva em nossos corações agora.
- Eu não me conformo com isso, Sr. Emiliano. Tem certeza de que era ela?
Emiliano não consegue resistir ás lagrimas que começam a brotar dos seus olhos quando se lembra dos pertences e do corpo diante dele naquela sala fria.
- Se o senhor me confirmar que realmente ela estava lá e que o senhor mesmo a reconhecera, eu juro que me conformo. - pede Murilo, angustiado.
Emiliano engole á seco as palavras do rapaz e diz:
- Eu não vi o corpo, Murilo. Aliás, eu vi o corpo mas eu não tive coragem de reconhecer.
Murilo fica surpreso com as palavras de Emiliano e ele continua:
- Eu só vi os pertences da minha filha apenas junto com o corpo mas eu não a vi.

Enquanto isso, Grace é cuidada por uma família de um pescador desconhecido.
- Eu só queria agradecer por ter me ajudado. - diz Grace, indisposta e consciente.
- Não precisa agradecer não, moça. Eu não podia ter deixado você sozinha naquele barco.
- Se eu soubesse que isso ia acontecer, eu tinha ficado em casa com meus amigos e minha família.
- Sei que o que aconteceu não foi fácil mas agora a gente precisa levar você pra sua família o mais depressa possível.
- Eles não sabem que estou aqui. Aliás ninguém sabe. Eu estou perdida.
- Você tem a gente, moça. Não está perdida não. A gente vai tentar te ajudar da melhor maneira possível. Já encontraram o barco e uma vítima do acidente.
- Oh céus! Então ele não resistiu. - Algumas lágrimas começam a cair face abaixo.
- Moça, por alguma graça de Deus, você está viva! Se eu não estivesse passando por perto naquele momento, não sei o que poderia ter lhe acontecido entende?



- Eu sei disso. Mas me diga: ainda estão me procurando?
O pescador olha pra mulher que faz um sinal de concordância.
- Olha, eu não quero mentir pra você não moça, mas eles acham que você ainda está no mar.
Grace fica sem palavras diante da situação em que se encontrava.
E o pescador a anima:
- Mas agora sabendo que você está viva, daremos um jeito de levá-la á cidade. Não se preocupe!

- Tem certeza de que quer mesmo fazer isso? - pergunta Emiliano ao encarar Murilo de frente.
- Enquanto existir essa dúvida que permanece em minha mente, eu não vou me conformar. - diz ele, sincero.
- Murilo, você está ciente no que pode encontrar lá dentro né? Digo isso porque eu não tive coragem de vê-la. Apesar que sou pai, já vivi muitas situações em minha vida, mas reconhecer o corpo da minha própria filha foi muito complicado pra mim. Por que a gente não esquece esse assunto agora e vamos pra casa?
- Por mais que eu queira, Sr. Emiliano mas eu preciso vê-la. - diz Murilo, firme.
Zeca, Gisele e Dorothy chegam no momento exato.
- Que loucura é essa mano de vir aqui no IML pra ver o corpo da Grace? _diz Zeca revoltado.
- Você sabe perfeitamente os motivos que me vieram á tomar uma atitude dessas.
Gisele decide interferir na conversa.
- Murilo, podemos conversar por alguns minutos?
- O que você quer agora Gisele? Eu não vou desistir de ver a Grace. Eu vou entrar naquela sala e vou vê-la pra ter a certeza mesmo de que ela realmente está morta.
- Mano, você enlouqueceu. Só pode! - diz Zeca, achando tudo um absurdo.
Murilo dá de ombros e Dorothy faz sinal á Zeca pra não dar ideia.
- Tudo bem, Murilo mas antes eu quero conversar com você ok? - pede Gisele, cautelosa.
Murilo aceita e os dois se afastam, deixando Zeca, Dorothy e Emiliano trocando assuntos.

Enquanto isso, Grace caminha devagar pela praia e encontra algumas crianças brincando na areia, construindo castelos próximo á beira-mar. Um deles a aponta para um amiguinho.
- Ela é a moça do barco!
Grace fica surpresa por um momento e o menino continua:
- Moça, você está na televisão!
Por mais que doía muito saber que para os outros, ainda se encontrava perdida, ela nem imaginava que as notícias eram piores do que pensava. Nem sequer sabia que estava dada por morta.
Até que ela se deparou com a revelação vinda de uma televisão de uma casa pobre e velha de um velho pescador que fumava seu cachimbo e que via a reportagem da manhã seguinte.

Grace se sente arrasada

- Isso não pode estar acontecendo! Eles acham que eu morri.
Quando algumas lágrimas escorrem pelo seu rosto, um pescador se aproxima e diz:
- Já preparei o barco e quando você quiser, partiremos para o centro.
- Eu estou morta pra eles! - São as palavras que consegue dizer naquele momento.
- Pode ser, mas você vai voltar e vai provar que está viva. E um conselho precioso que quero que guarde quando sair dessa ilha: Chances e oportunidades são raros de voltar quando se precisa. Se você teve uma escolha, é porque o destino quis que você tivesse para que você pudesse enxergar quem realmente se importa com você.
Grace olha para o pescador atenta.
- Por que me diz essas palavras?
- Moça, nós somos pessoas humildes e viemos de muitas gerações. A gente percebe quando alguém é sincero ou quando precisa de um ombro amigo. A gente sente quando olha pra pessoa e vê a sua dignidade, o seu coração íntegro. Deus... - ele pega em sua mão e risca com o dedo na palma. - te deu uma nova oportunidade para que você possa mudar e enxergar o quanto existem pessoas que te amam de verdade.
Grace sente uma esperança e uma alegria por dentro só de ouvir aquelas doces palavras e lembra de momentos que passou ao lado dos amigos Dorothy, Zeca, Júlia, Murilo e Gisele. Lembrou dos pais que discutiam por qualquer motivo e que no final voltavam ás boas novamente. E então deu um sorriso e disse:
- Eu quero voltar hoje mesmo!

Gisele e Murilo decidem conversar numa praça ali próxima.
- Então você era apaixonado por Grace?
- Sim, Gisele! Eu fui. - ele dá um sorriso maroto. _E ainda sou.
- Eu nunca soube disso Murilo! Por que nunca se declarou a ela?
- Eu não sei, Gisele. Tive medo de perdê-la. Sei que foi burrice, mas eu não tive coragem entende?
- E olha que você teve muitas chances rapaz.
- Pois é. Eu tive sim, mas agora... - ele abaixa a cabeça e ela coloca sua mão em seu ombro.
- Murilo, cadê aquele cara forte e que não tem medo de nada hein?
Sem ouvir resposta alguma, ela continua:
- Grace ficaria feliz se você tivesse contado antes. Ela não se afastaria de você jamais. Acho até que ela aceitaria ficar com você.
Murilo a encara e Gisele diz:
- Eu sei que você anda confuso ultimamente, aliás todos nós ainda não aceitamos os fatos, mas a realidade é dura Murilo. Por mais difícil que ela seja, devemos aceitar que a Grace está em paz agora, num lugar trânquilo e que ela sempre vai nos observar seja aonde estiver e nós vamos lembrá-la juntos de todos os momentos que passamos, sejam eles alegres, tristes. A gente ainda tem amigos pra nos dar apoio. Pense bem: Emiliano e Alda precisam da nossa atenção agora. Eles estão sofrendo mais que a gente, Murilo porque perderam uma filha, o que deixou um vazio nos corações de cada um de nós mas principalmente os deles.

Gisele e Murilo se abraçam

- Eu sei disso Gisele. Eu compreendo o que está tentando dizer.
- Enquanto você está sofrendo por nunca ter revelado esse amor pela Grace, ela provavelmente já deve estar ciente disso e que agora neste exato momento, tudo o que ela quer é te ver feliz de verdade.
- Obrigado Gisele! Você é uma grande amiga e eu tenho muito carinho por você.
Gisele abraça Murilo e diz:
- E eu digo o mesmo á você, Murilo. Não é em vão que eu te considero como um irmão né?
- É verdade. E de vez em quando esqueço-me disso. Bom, vou nessa! - diz ele, se afastando e deixando Gisele sozinha na praça pensativa.
_Se cuida meu amigo!

A tarde se aproxima e Grace chega ao cais com o pescador.
- Bom agora eu não faço a mínima ideia de onde poderei ir. Tudo o que eu tinha, eu perdi naquele barco.
- Não se preocupe! Eu vou te levar á delegacia da cidade. Pode ser que eles a ajudem!
Grace consente.
Ao chegar lá, o delegado se surpreende ao vê-la ali em sua frente.
- Não acredito! É você, a moça que estava no acidente de barco?
O pescador olha pra jovem e ela confirma.
- Mas isso é um milagre, minha cara jovem! Seus pais e amigos estão aqui na cidade e sofrem muito por você.
Grace fica sem palavras e o delegado decide sair ás pressas com ela e o pescador, longe da imprensa que estava ao redor e atentos para cada movimento da polícia.

Neste exato momento, o velório já está prestes á acontecer e todos observam o caixão fechado.
Ninguém imagina que estão velando o corpo errado.
Gisele e seus amigos decidem fazer um círculo de oração á alma da pobre Grace, sem saber que ela estava viva e que estava á caminho dali.
Emiliano recebe uma ligação mas esta se perde. Alda também recebe mas não consegue atender no momento. Quando percebe tocar novamente decide atender, mas a linha cai.
O delegado diz á Grace:
- Olha, vai ser uma surpresa pra eles te encontrarem viva. O corpo de bombeiros não obteve nenhum indício de sua presença no barco, ou seja, todos nós achávamos que você partira dessa, menina.
- Mas o senhor sabe agora que ela está viva e que esteve sobre meus cuidados. - diz o pescador, interrompendo a conversa. - Portanto, devemos ter cuidado neste momento tão difícil da vida dela.
- Com certeza! - diz o delegado, correndo contra o tempo.

Enquanto Gisele e Dorothy dialogam, Alda e Emiliano se abraçam agora conformados com a perda da filha e Zeca decide comprar algo pra beber. Murilo fica diante do caixão fechado e pensa em Grace.
"Deixa de ser bobo Murilo. Eu sempre soube que você e a Júlia andavam se paquerando na escola. - dizia ela alegre e contente. - Porquê você não ficou com ela hein?"
"Eu sempre gostei da Júlia como amiga apenas." - disse ele.
"Está a procura de alguém especial Murilo? Alguém que eu conheça?" - sua pergunta soa como um sino em sua mente e ele naquele velório, sem perceber diz em um tom baixo: "Você! Eu procurava você, Grace!"
Alda sem querer ouve o desabafo do rapaz e pergunta á Emiliano:
- O que está acontecendo com o Murilo?
- Eu não sei, Alda. A morte da nossa filha mexeu muito com ele.
- Nossa! É a primeira vez que vejo ele se lamentar tanto assim. Ainda mais por nossa filha!
- É normal, Alda! Os dois eram amigos próximos.
Gisele também percebe que Murilo não se sentia bem diante daquela situação e decide se aproximar, mas Dorothy a detém.
- Espera um pouco amiga! - E as duas ouvem atentas o desabafo do rapaz.
"Eu amo você Grace! Sei que é tarde pra dizer isso mas eu te amo de verdade."
As palavras de Murilo se tornam presentes naquele momento e todos percebem de fato, o amor dele pela jovem ali sepultada na pedra.
O destino coloca Grace de frente com o inesperado momento: o choque de ver sua família e amigos chorando por um corpo que não é dela. Ela assiste a cena de Murilo e de seus olhos caem as lágrimas ao ver que ele sofria. O delegado e o pescador decidem sair do carro e falar com a família e amigos.
- Chegou a hora de encarar a realidade, Grace! Chegou o momento de você ser forte agora! - assim seu pensamento dizia, encorajando-na á tomar uma atitude que mudaria sua vida. - Pronta pra voltar?

Próximo Capítulo: No velório de Grace, surpresas acontecem.

Link Original: http://www.talentososescritores.com.br/2013/05/cap12-coracoes-desimpedidos.htmlhttp://www.talentososescritores.com.br/2013/05/cap-13-coracoes-desimpedidos.html
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