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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

21º e 22º Capítulo - Perdidos de Saudade

video

Na mansão, Martha tenta não se manter esperançosa mas quando a empregada Dulce abre a boca e diz que conhecera realmente um rapaz que por sinal foi apresentado pelo próprio Daniel, suas esperanças começam a renascer e a curiosidade se propaga.
_Como ele era, Dulce? _ela pergunta, sem pensar em mais nada.
_Ele tinha olhos claros, era um pouco mais alto que o Dani e tinha um sorriso bonito de se ver. _a empregada alegre dizia.
_Eu quero vê-lo agora! Onde ele está? _Martha se levanta do sofá e esquece até o cansaço.
Daniel e Dulce se entreolham e de repente, ela diz:
_Mas ele não está aqui, senhora!
_Daniel, onde meu filho está? _pergunta Martha, séria.
_Eu... Eu não sei. Ele saiu de um tal jeito que não consegui entender.
_Saiu mas pra onde, meu Deus? Alguém tem que saber onde esse rapaz foi afinal. _diz Martha, se sentindo angustiada já.
_Eu acho que a sua mãe deve saber, afinal ela e ele estavam a sós naquele bendito escritório. _solta Dulce, sem querer.

E os três já estão lá no escritório, onde se encontra Vera sentada no seu gabinete e falando ao telefone. Quando ela vê os três entrarem sem bater, ela esbraveja:
_Não existe mais educação nessa casa não!
Dulce e Daniel se entreolham mas não falam nada enquanto Martha se aproxima devagar da mesa e desliga o telefone com um só dedo, fazendo Vera ficar de olhos bem esbugalhados e assustados com aquela atitude.
“Nunca vi um ato ser cometido daquele jeito pela minha própria filha. Minha própria filha.”
_Por que fez um absurdo desses? _indaga Vera.
_Eu quero saber do meu Luís. _diz Martha, bem séria.
_Luís? Mas o que tem o Luís? Luís morreu! _solta sem querer Vera.
Martha se enche de ódio ao ouvir aquilo e levanta a mão pra dar no rosto de sua mãe, mas não dá. Ela se controla antes e diz, ainda com a mão levantada sobre a face dela:
_Meu Luís não está morto. Ele está vivo e esteve aqui.
Vera se assusta e olha para os dois que estavam ainda na porta e revida:
_Como pode dizer uma barbaridade dessas? Aquele moleque não pode ser o meu neto. Jamais!
_Então, você o conheceu? Você falou com ele? _nesse momento, ela já abaixava a mão.
_Sim. A gente conversou. Mas ele saiu correndo do meu escritório quando eu disse umas verdades boas.
_E que verdades você falou, mãe?
_Que eu jamais iria cair na história de que ele fosse meu neto. Oras! Martha, você devia ter visto a arrogância dele. Você devia ter prestado atenção no jeito que ele se vestia. Parecia um bandido de rua. Perigoso.
Nesse momento, Daniel interfere:
_Desculpa Vera mas a senhora está julgando o Mateus errado. Ele trabalha e é um cara honesto. O pouco que eu conheço dele, eu não percebi que ele tem má índole.
_Viu só Martha! Você acabou de ouvir isso? Nem Luís o rapaz se chama. Ele se chama Mateus. Mais uma prova de que ele não é o teu filho e nem portanto, meu neto.
Martha olha pra Daniel e diz:
_Eu estou começando a ficar confusa com essa história.
_Senhora, eu quando vi o rapaz, senti que o conhecia. _diz Dulce, fortalecendo a ideia de que Mateus pode ser Luís.
_Cala a boca, empregada! Isso é um assunto de família. _diz Vera.
_Não. A Dulce também faz parte da família. _reclama Martha.
_Obrigada senhora! _agradece a empregada.
_Eu quero conhecer esse Mateus, esse Luís. Enfim, eu quero vê-lo. Daniel, me leve ao trabalho dele amanhã. _pede Martha, gentilmente.
_Ta bom. Eu levo sim. _ diz Daniel, convicto.
Vera tenta interferir.
_Minha filha, você já sofreu demais com tantas expectativas sobre o Luís. Eu não vou permitir que faça uma bobagem dessas.
_Mãe, não se intrometa nessa história. Eu vou conhecer esse rapaz e ninguém vai me impedir isso. _diz Martha, decidida e também pensando na conversa que teve com o delegado Jota a respeito de terem achado um rapaz com as características do Luís.
Vera engole a seco as palavras de Martha, que sai porta afora levando Daniel e Dulce junto. Só lhe resta fazer uma coisa agora: pedir auxílio e justamente para o seu comparsa.
Ela disca os números do telefone e assim que Laerte atende, ela solta o verbo:
_Eu quero que você mate uma pessoa. Mas mate sem deixar vestígios.
_Quem senhora? _se preocupa Laerte, no telefone.
_O amigo do Daniel. Um rapaz chamado Mateus.
_Eu não o conheço. Como vou saber?
_Segue o Daniel e a Martha amanhã. Os dois vão direto no serviço dele e se você ver um rapaz jovem, usando boné e de olhos claros, saiba que ele se chama Mateus.
_Por que quer acabar com a vida do rapaz?
_Não te interessa. Apenas faça o que eu mando.
_Ele é seu neto né? _pergunta Laerte, sem medo.
Vera desliga o telefone e deixa Laerte, com a certeza do sim.

No hospital, Mariana é impedida de ver Carlos e devido a isso, ela vai se queixar justamente pra Orlando em sua sala.
_Mariana, eu não posso permitir que você o visite.
_Senhor Orlando, não existe nada entre eu e o Carlos. Aquela mulher é louca! Como ela pode achar que eu tô tendo algo com o namorado dela, se o que eu faço é apenas o meu trabalho?
_Ela deixou ordens expressas no hospital para que você não tenha acesso ao quarto dele. Eu acho injusto também mas tenho que cumprir ordens. Afinal, o Carlos é de uma família conhecida popularmente. Tenho muito respeito pela mãe dele, a D. Béth.
_Eu precisava vê-lo... _diz Mariana, chateada.
Uma ligação corta a conversa dos dois na sala e Orlando atende em imediato.
_Pode falar! O que deseja?
_Eu estou com a D. Béth na linha dois. Ela deseja falar com o senhor. _diz a secretária.
_Pode transferir a ligação. _diz Orlando, consentindo.

Orlando ao telefone

_Eu vou sair. Não quero atrapalhar a conversa de vocês dois. _diz Mariana.
_Fique aí! _Orlando diz, esperando no telefone e de repente... _Oi, D. Béth! Um prazer falar com a senhora. O que deseja?
_Eu fiquei sabendo de uma situação chata que ocorreu no hospital. _diz Béth, séria ao telefone. _E liguei pra saber o que realmente sucedeu.
_Mas não foi nada grave, senhora. Apenas uma confusão que já foi resolvido.
_Senhor Orlando, pra início de conversa, a senhorita Vívian não faz parte da minha família e não pode dar ordens em meu nome.
_Entendo. Mas ela deixou bem claro que a enfermeira que estava cuidando do paciente não podia ter acesso ao quarto. Caso contrário, tomaria providências.
_Meu nome é Béth e sou mãe de Carlos. Eu quero em primeiro lugar, ver o meu filho sair desse hospital e admiro o jeito que a sua enfermeira cuida do meu filho. Em claras palavras, eu não quero que desacate essa decisão.

Orlando olha seriamente pra Mariana que fica sem entender e a única resposta que ele dá ao telefone é apenas um “ok”.


Mariana entra no quarto onde está Carlos e seus olhos brilham ao vê-la. Ela se aproxima devagar, vestida com seu uniforme e trazendo uma bandeja de curativos e ao se chegar perto dele, sente a mão tocá-la em teu braço.
_Eu estou feliz em revê-la novamente. _diz Carlos, sorrindo.
_Que bom! Eu digo o mesmo. _diz ela, sem jeito.
_Desculpa!
_Pelo quê? _ela se intriga.
_Eu devia ter contado que a Vívian era ciumenta.
_Ah sem problemas. Eu já esqueci essa história.
_O problema dela é comigo. Não com você.
_Carlos, não confunda as coisas. Eu acho que a amizade é uma coisa que pode prevalecer muito entre a gente.
_Eu não quero ser apenas seu amigo, Mariana. Eu quero ser seu parceiro. _diz ele, sério e fascinado pela sua beleza.
_Você não entende. A gente... _ela ia continuar quando ele rouba um beijo dela naquele instante.
Mariana se entrega ao beijo de Carlos, deixando de lado os curativos e se esquecendo de que estava em seu horário de trabalho e quando se dá conta disso, já se vê envolvida pelos braços dele.

Primeiro beijo de Carlos e Mariana


No dia seguinte, Daniel e Martha chegam ao clube Faroeste e Roney é a primeira pessoa a encontrá-los ali. Os três conversam, enquanto Laerte do carro, um pouco distante, vê a cena.
Ele fica esperando o tal Mateus aparecer mas nada ainda.
Já Vivian não se conforma em saber que Carlos está apaixonado por uma enfermeira e pensa em lutar pelo amor dele. Marcos pede a jovem para que desista pois sua mãe não vai aceitar esse namoro em hipótese alguma.
Diante das circunstancias que rondam toda essa situação, Rubens pensa muito em contar a Martha sobre a ideia de Vera ter sido a mandante do sequestro de Luís e enquanto isso, o delegado Jota não entende as razões de Vera não querer aceitar que Mateus é seu neto, afinal ela sempre esteve a procura junto com a filha Martha. Betina que havia se mandado pro exterior, na verdade, não se mandou. Nem portanto saiu do Brasil. Ela desistiu da viagem porque acredita que pode arrancar mais dinheiro de Vera. Sua irmã Beatriz, que já está ciente dessa história, percebeu que esse caso precisa ser solucionado e não hesita em procurar a polícia para falar desse assunto. Ela quer denunciar Betina e ajudar Martha a achar Luís. Pelo menos, para a honra do seu pai e em memória dele, esse ato deve ser feito.
Mateus, ainda sem esperanças e desacreditado na vida, se entrega ao tráfico. Começa a vender drogas pra ganhar dinheiro. Pratica alguns roubos com os moleques de rua e não se importa mais com a vida que leva. Seus sonhos desapareceram quando Vera lhe disse palavras horríveis e tão desanimadoras.

Mariana sai do quarto de Carlos e Sandra vê. As duas se topam no corredor do hospital.
_Fazendo uma visita ao amado? _pergunta Sandra, cutucando.
_Não é da sua conta Sandra. Me deixa em paz! _diz Mariana, tentando se afastar e não lhe dando ouvidos.
_Ah mas a Vivian não vai gostar de saber que você está desacatando as ordens dela.
_Como é que é? E desde quando você e a Vívian são amiguinhas?
_Eu não sou amiga dela, Mariana mas também não gosto de você.
_Azar o seu. Se minha presença te incomoda, porque ainda está neste hospital. _diz Mariana, séria.
_Olha aqui! Eu cheguei nesse hospital primeiro ok! _Sandra levanta a voz.
_Eu não ligo a mínima pra você Sandra. Toma conta da sua vida e deixe a minha em paz. Estou cansada de você! _diz Mariana, se retirando e deixando a jovem irada por dentro.

Rubens vai ao escritório e ao entrar em sua sala, se depara com Vera Lopez sentada o esperando.
_Mas o que essa mulher faz aqui? _ele pergunta a secretária que estava ao seu lado.
_Eu não a consegui impedir de entrar, Senhor Rubens. _diz a secretária tensa.
_Bom dia pra você também, Rubens! _diz Vera, com um olhar malicioso.
Rubens fica sério e faz sinal para a secretária os deixar a sós. Ao fechar a porta, ele encara Vera e pergunta:
_Como tem a coragem de estar aqui depois de ter mandando aqueles brutamontes me assaltarem tudo?
_Eu quero você fora da minha vida, Rubens! Nunca mais procure a minha filha, entendeu?
_Eu a amo, Vera mais do que você.
_Tenho confiança que minha filha possa amar o Adalberto mais que amou você. É apenas uma questão de tempo.
_Você é louca, imbecil! Fez sua filha se casar com outro, pra infelicidade dela. Eu sou o homem da vida de Martha e Adalberto nunca a fará feliz como eu posso fazer.
_Cale-se Rubens! A Martha precisa de um homem melhor que você e Adalberto é esse homem.
_Eu não vou deixar você se intrometer em nossas vidas novamente. Agora que eu estou recuperando um sentimento perdido do passado, eu vou lutar com todas as minhas forças pra conseguir.
_Você acha que vai conseguir a Martha novamente? _ela nesse momento, zomba. _Você é um tolo, Rubens!
_Eu posso não conseguir a Martha, mas de uma coisa eu tenho certeza que vou conseguir: vou desmoronar teu castelo.
Vera fica séria ao ouvir aquilo de Rubens.
_Eu sei do teu passado, Vera Lopez e me aguarde que a bomba pode detonar o mais rápido possível. Agora, saia do meu escritório de uma vez por todas! _diz Rubens, impaciente.

Beatriz vai na delegacia e procura pelo delegado Jota. Os dois ficam frente a frente e depois de uma conversa acompanhado de um café, ele resolve ligar pra Martha.
_Tem uma pessoa querendo vê-la aqui na minha delegacia. _diz Jota, consciente do que está fazendo.
_Luís? _responde Martha de imediato e ofegante, deixando Daniel sério.
_Não, Martha. É a irmã de Betina. Beatriz. _diz o delegado.
O encontro de Martha com Beatriz foi emocionante. As duas a sós trocavam assuntos sobre o caso e ambas tiveram certeza de que Mateus era mesmo Luís. Beatriz falou do passado abertamente, mostrou fotos de Mateus e relatou da descoberta que teve recentemente e da sua briga com Betina por conta dessa história maluca. Um detalhe que chamou atenção em Martha foi o piano. Beatriz comentou por alto que o seu sobrinho falava de um piano que ela nem mesmo sabia o que era, porque Betina nunca possuiu um instrumento daqueles.
_Eu preciso achar esse rapaz. Agora mais do que nunca, eu preciso. _diz Martha, séria.
O delegado Jota e Beatriz se entreolham e depois abraçam Martha fortemente juntos, como se fosse uma aliança.
E a procura por Mateus não fica somente por conta dos três. Rubens também se prepara pra achar o filho ao saber de toda a história enquanto Roney também faz o mesmo ao lado de Daniel.
Na mansão, Vera tem a certeza de que seu império está ameaçado e sua esperança é de que Laerte consiga acabar com a vida do seu neto. Dulce estranha as atitudes de Vera a respeito de Luís e comenta com Augusta que existem mais segredos nessa história do que caroços no angu. A empregada nova apenas consente com o que ela diz.
No hospital, Béth se encontra com Mariana e decide ter uma conversa com ela. As duas almoçam juntas num restaurante.
_Por que me chamou aqui, D. Béth? _pergunta Mariana.
_Eu estive com meu filho mais cedo. _ela responde, com um olhar certeiro e bem convicta do que diz.
_Ah sim. Carlos está se recuperando a cada dia mais.
_Sim e graças a você. _diz a generosa mulher.
_Ah que isso! Eu só apenas faço o meu trabalho.
_Mariana... _diz Béth, segurando a mão da jovem nesse instante. _a sua presença faz bem ao meu filho de uma forma que eu fico admirada.
_Carlos é uma boa pessoa. Ele logo estará de volta pra casa. Apenas questão de dias.
_Meu filho está apaixonado por você Mariana e sei que também está por ele. _diz Béth, sem rodeios.
Mariana fica sem saber o que dizer e ela percebe o silêncio.
_Não fique sem graça, meu anjo. Saiba que eu vou apoiar se você quiser ficar com ele. _diz Béth, firme em sua resposta.

Mariana e seu sorriso bonito

Nas ruas, Mateus decide ajudar o moleque a assaltar uma loja de conveniências e pra sua surpresa, Betina o encontra.
_Quem nasceu pro crime, sempre será do crime. _diz Betina, sorrindo ao ver Mateus no assalto.
_Você conhece essa mulher, mano? _pergunta o moleque, com a arma na mão.
_Eu... _Mateus fica sem saber o que dizer.
_Ele é meu filho. _responde Betina séria.
Naquele momento, Mateus decide abrir a boca e ser forte.
_Eu não sou seu filho. Eu nunca fui. Deixa de ser mentirosa.
Betina sorri debochadamente e o moleque sem entender nada, diz:
_Eu tô caindo fora. Já percebi que você é furada.
E o moleque foge com o dinheiro roubado, deixando Mateus na loja com Betina. O dono do estabelecimento já liga pra polícia com medo.
_Eu não vou ficar aqui pra ser preso com você. _diz Mateus. _Você merece ser presa. Eu não!
_Escuta aqui, moleque! Eu já deixei você fugir de mim uma vez mas agora eu não vou deixar você de novo.
_Me solta! _diz Mateus, cheio de raiva e tentando se desvencilhar das mãos de betina.
Betina sai da loja com Mateus ás pressas e o dono tenta correr atrás pra impedir que os dois saiam da vista dele.
Mateus pisa no pé de Betina e ela se contorce de dor e o solta repentinamente. Ele corre, fugindo.
O dono da loja consegue se aproximar de Betina e lhe pede explicações. A resposta da jovem com o dono: “Ele pode ser meu filho mas eu não ajudei a roubá-lo.”
E Mateus corre apressado pelas ruas, tentando ficar ao máximo longe de Betina e de repente, ele sem querer é atropelado por um carro na esquina, que o faz cair longe.

Mateus fica desacordado e uma gota de sangue começa a cair da sua cabeça. O motorista do carro sai em seguida e o ajuda depressa.  Rubens estava ali naquele momento tenso. Ele acabou de atropelar um rapaz.


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