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domingo, 22 de janeiro de 2017

Primeiro Capítulo de Estréia de Atração Fatal (Seriado 1/10)

video

O policial Mathew recebe um telefonema alguns dias antes de sua mudança e seu rosto demonstra seriedade. Percebendo a expressão do marido, enquanto lava as louças, Christine questiona:
_o que aconteceu, Matt?
_eu acabei de falar com o Sr. Smith pelo telefone e ele me deixou um caso complicado em minhas mãos. _relata o policial sério.
_não! Você não aceitou, né? _ela deixa as louças de lado e pergunta severa.
_querida, eu sou um policial investigativo.
_Matt, e as nossas mudanças? Você não disse que daria um tempo no seu trabalho pra resolvermos as questões da nossa casa?
_eu sei que prometi á você, mas eu preciso verificar esse caso. Aliás, eu posso cumprir com as obrigações da casa e trabalhar neste caso do Sr. Smith.
_você sabe que eu não aprovo o seu trabalho. É perigoso e eu tenho medo de que algo aconteça á você.
_nada vai me acontecer, Christine. E também esse não é o primeiro caso que resolvo. Existiram muitos outros, mas eu não consegui resolver todos?
_sim, meu amor. Mas só que eu não gosto de vê-lo em perigo. Por que você escolheu essa profissão, hein?
_meu amor, eu não quero discutir novamente esse assunto. Você está cansada de saber que eu só sei fazer esse tipo de trabalho.
_tudo bem. Eu não vou mais comentar sobre isso, ok!
_obrigado! _diz Matt, lhe dando um beijo nos lábios e saindo porta afora. _mais tarde, estou de volta.

Sr. Smith toma seu café quando Matt entra porta adentro do seu escritório na delegacia local, lhe questionando:
_o que realmente aconteceu, senhor?
_Matt! Que bom que está aqui. Sente-se aí! _ele o convida.
_bem, eu estou preparado. Pode falar! _diz Matt ansioso.
_vou ser bem direto. Aconteceu um acidente há poucas horas na ponte que une as duas divisas da nossa cidade e a vítima é uma mulher chamada Regina Winston, esposa recém-separada do Sr. Feliciano. Ela estava dirigindo sozinha e estava seguindo de carro para o seu trabalho.
_hum. E qual era a profissão dela?

Smith conversa com Matt

_era farmacêutica. Tenho uma foto dela em minhas mãos. _ele lhe entrega a foto.
Matt analisa bem a fisionomia da moça e comenta:
_mulher linda!
_ e talentosa! _completa ele.
_ Alguma informação que causou o acidente?
_ainda não chegamos á essa tal informação. Contávamos com a sua opinião profissional.
_certo. E a família? O ex-marido?
_eu consegui localizar a tia dela. Juliet é seu nome. Já avisamos calmamente sobre a situação e alguns policiais estão em sua companhia. Ela mora sozinha num casebre e é uma senhora idosa. Quanto ao Sr. Feliciano, não conseguimos contatá-lo, pois ele se encontra viajando recentemente no exterior.
_eu quero saber mais sobre a Regina.

Regina em Apuros

_tudo o que sei sobre ela é que vivia para o trabalho e tinha um carinho enorme pela sua tia, a única família que restou em sua vida. Morava num condomínio praticamente sozinha e ás vezes, visitava Juliet quando possível.
_então, ela não tinha pais?
_tinha Matt, mas eles faleceram num trágico acidente de locomotiva.
_nossa! Preciso verificar o local, senhor! _pede Matt.
_claro. Eu vou levá-lo até a ponte, onde aconteceu o acidente. _diz Smith, abrindo a porta e saindo em sua companhia.

Minutos depois, os dois chegam ao local, onde assistem o veículo ser retirado das águas profundas do mar, que circunda toda a ponte. Com faróis acesos e piscantes, corpo de bombeiros e frotas policiais movimentam a esquina e uma aglomeração de pessoas se reúnem pra assistir o cenário de puro caos.
_o que você acha? _pergunta o delegado, observando o jeito calmo do amigo.
_a vítima perdeu totalmente o controle do veículo.
_você acha que foi proposital?
_não sei. Regina tinha inimigos?
_não que eu saiba. Segundo Juliet, ela tinha amigos próximos, mas não inimigos.
_tem alguma informação sobre eles?
_sim. _ele lhe entrega um relatório contendo nomes e endereços de cada um deles, principalmente da tia Juliet.

Acidente de Regina

_Olivier, Justine, Anderson e Dinorah. Apenas quatro? _ele se indaga ao ler o documento.
_sim. São amigos bem próximos de Regina e conheceram bem a vítima.
_posso lhe pedir um favor? _ele pede.
_sim, Matt! _responde o delegado, gentil.
_assim que sair a análise do veículo, me avise e também, preciso do seu carro. _diz Matt.
_pra onde você vai com o meu Santana? _pergunta o delegado, lhe entregando as chaves.
_digamos que já estou no caso! E não se preocupe: vou cuidar direitinho do seu belo carro, ok! _diz Matt, saindo rapidamente e entrando no carro de Smith.

Mais tarde, Matt chega na casa de Juliet, que o atende gentilmente. Depois de uma xícara de café, o assunto começa bem devagar.
_eu sinto muito por Regina Winston. Ofereço meus pêsames!
_a vida quis assim. O que se pode fazer meu filho?
_sei que o momento é inadequado, mas gostaria de saber mais sobre a sua sobrinha.
_policial, a minha Regina era uma moça muito bonita, forte, esperta, delicada e ao mesmo tempo, divertida. Tinha um bom humor fora de sério e trabalhava como farmacêutica.
_e quanto ao recente casamento dela?
_ela casou-se cedo com Feliciano. Ele era um bom rapaz no início, mas tornou-se um homem ciumento e de má índole, o qual causou a separação. Mas o senhor me desculpe, mas eu não quero falar sobre isso!
_entendo, senhora! Saiba que eu estou aqui pra ajudá-la.
_o que você pretende fazer, se informando sobre Regina?

Juliet chora perda da sobrinha

_eu quero saber os motivos que fez esse acidente acontecer e a sua sobrinha falecer desse jeito. Apenas isso!
_tudo bem! O que sei sobre o Feliciano e Regina é que a convivência deles foi difícil recentemente. Feliciano não gostava das amizades da esposa e o casamento então, terminou de um jeito bem complicado. Regina pedira o divórcio e ele não aceitara. Mas a justiça o obrigou á dar a separação. O que você quer saber mais?
_hum. Eu quero saber agora sobre os amigos da sua sobrinha. Ela tinha algum inimigo?
_não. Regina não tinha inimigos.
_e a senhora conhece os amigos dela?
_sim. Sempre que podem, freqüentam a minha casa.
_sei. E qual foi a última vez que a senhora falou com a Regina?
_hoje cedo. Estava saindo para o trabalho. _diz Juliet. _ela resolveu dormir aqui em casa ontem.
_e ela estava bem?
_claro, meu jovem. _diz a tia. _tudo parecia normal.
_bom, isso é tudo o que eu queria saber. _diz Matt. _quero agradecê-la pela atenção, D. Juliet! Aqui está o meu cartão. Caso saiba de algo mais, não me hesite em me procurar.
_meu filho, a minha sobrinha tinha um desejo enorme de viver. Ela não merecia passar por isso. _declara a tia, pegando o cartão.
_D. Juliet, seja o que for que têm acontecido á Regina, eu saberei. Muito obrigado mesmo! _ele se despede e sai porta afora.
Ao deixá-lo sair, Juliet fecha a porta e se lembra de um acontecimento com Regina e Feliciano. Ela se lembra de um tiro de revólver, o qual a deixa abalada e sem chão.

_então, você acha que ela sabe de algo? _pergunta Smith ao telefone.
_creio que sim. Ela ficou muito séria quando lhe perguntei sobre o casamento de Regina com Feliciano e me pareceu, Sr. Smith que existe algo mais nesse caso.
_Matt, acredito que temos um pepino pra fatiar.
_senhor, o meu próximo passo agora é falar com os amigos da vítima. Vou falar com cada um deles.
_é uma boa iniciativa. Você já esteve no apartamento de Regina?
_ainda não. Me passa o endereço. _pede o policial.
_anota aí! _diz Smith, ditando.

Matt telefona

No dia seguinte, Matt entra numa lanchonete e faz um lanche antes de ir no apartamento de Regina. Ele paga a conta e sai.
Nesse ínterim, um carro Palio prata pára em frente á um salão de beleza e do veículo, sai uma mulher bem vestida e atraente. Ela era loira e tinha cabelos curtos, usava um vestido discreto e sandálias de bico fino. Corpo estrutural de modelo, seus olhos estavam ocultos por óculos de sol e uma pinta identificava o seu rosto. Ela começou á dar passos em direção á Matt e os moradores do bairro a olhavam de cima á baixo.


_oi! _ela o cumprimenta gentil.
_oi! Posso ajudar? _pergunta Matt, atlético e de olhos castanhos.
_claro. Eu sou nova na cidade e gostaria de saber onde fica esse endereço. _ela mostra um pequeno papel.
_que coincidência! Eu estou indo pra lá agora. Seu nome é..
_Suzi Vielmont. _responde ela.
_Mathew Coimbra. _responde ele, gentil.
_Mathew, você não se importa de me levar até lá, né?
Matt fica fascinado pela beleza da mulher e não hesita em aceitar o pedido.
_claro que não. Eu te levo, sim! Ah, e pode me chamar de Matt!

Suzi se embeleza

_que bom! Posso te dar uma carona no meu carro, se preferir?
_bem, claro! _diz ele, todo encantado.
_então, vamos! _ela sorri.
Os dois chegam no condomínio e Suzi sai na frente.
_é maravilhoso! Amei. _diz ela, ao observar o local.
_bem, então eu já vou! _diz Matt. _foi um prazer conhecê-la, Suzi!
_obrigada, Matt! O prazer é todo meu. _ela diz.
Matt sorri meio sem jeito e entra na portaria do condomínio, deixando Suzi do lado de fora. Segundos depois que Matt pega as chaves e toma o elevador, Suzi fala com a recepcionista e pede um quarto. Um sujeito qualquer se aproxima e tenta puxar conversa.
_e você, gostosa? Não quer ir para o meu quarto?
Suzi o ignora, recebe as chaves e sai em imediato.
Já Matt abre a porta do quarto de Regina e remexe em todos os guardados da vítima. De repente, um álbum é encontrado por ele e várias fotos preenchem o seu conteúdo por dentro. Matt descobre que Regina freqüentava um resort de águas termais, local onde seu melhor amigo Olivier trabalhava como segurança. Percebendo-se que há uma caixa embaixo de algumas roupas íntimas, ele decide analisar. Abrindo a caixa, ele se surpreende ao ver cartas, fotos, objetos pessoais, jóias e maquiagem.
Suzi pega o elevador e entra no seu quarto.
O celular toca e ela atende.
_oi! Acabei de chegar! _ela avisa.
_ótimo! Conseguiu achar o condomínio? _pergunta a voz do outro lado da linha.
_sim. _ela responde.

Á noite, Matt janta ao lado da esposa e do filho Renan numa farta mesa.
_amor, tudo bem? _pergunta Christine, com os seus olhos negros e cabelos ruivos.
_sim. _responde ele, degustando o vinho.
_está quieto hoje. Você não é assim!
_eu estou pensando no caso de Regina Winston.
_Matt, será que não dá pra parar de pensar nisso nem no momento em que estamos juntos em família? _se irrita ela.
_querida, desculpe! _ele diz.
Christine fica chateada sobre a mesa e Matt decide confortá-la.
_eu prometo que não trago mais assuntos do trabalho pra dentro de casa, ok! Quando terminar esse caso, eu vou me dedicar mais á você e ao nosso filho.
_nosso filho precisa de você, Matt! Ele sente muito a sua ausência.
Matt fica em silêncio por alguns instantes e Renan interfere o diálogo:
_pai, eu quero ser policial quando crescer!
Christine se levanta da mesa e Matt sente.
_pai, eu posso ser policial? _pergunta Renan.
_filho, ser policial é um trabalho muito perigoso. _diz Matt. _você pode ser astronauta. Lembra do telescópio que eu fiz pra você três semanas antes. Você pode ver as estrelas, a lua, os planetas. Que tal?
_não, pai! Eu quero ser policial mesmo. Eu quero prender os bandidos da rua. _diz Renan.
_ele não vai entender, Matt! Percebe agora como o seu trabalho está interferindo no futuro do seu filho? _diz Christine.
_amor, eu não posso deixar o meu trabalho. E o nosso filho tem apenas cinco anos de idade. Mais tarde, ele vai descobrir o que é melhor pra ele.
_filho, vá escovar os dentes! _pede Christine á Renan, que sai da mesa.
_Christine, quando você me conheceu, eu já era um policial.
_sim, claro! Se o tempo pudesse voltar atrás, eu não tinha me envolvido com você, Matt.
_ah, claro! E nem o nosso filho, a qual tanto amamos, não existiria. Christine, não vamos discutir sobre o meu trabalho. Temos um filho lindo e ele precisa muito do nosso apoio.
_você está certo, Matt! É que eu me sinto cansada com tudo isso.
_eu sei que não está sendo fácil pra nós dois, mas eu te amo muito, meu amor. _diz Matt, tocando em seu rosto e afagando seus cabelos.
Christine se afasta de Matt e decide ir pro quarto. O policial se senta no sofá e abaixa a cabeça, pensativo.


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