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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Atração Fatal (Seriado 6/10)

video

Ainda no jantar, Suzi não desgruda os olhos em Matt, que fica tentando disfarçar pra Christine, que se mantém calma e sorridente com a presença da amiga em sua casa.
_Obrigado por ter salvo a minha esposa! Eu sou muito grato. _diz Matt.
_que nada. _diz Suzi se demonstrando gentil.
Enquanto isso, Renan devora o prato de macarronada e queijo, fazendo todos se sentirem á vontade. No término da noite, Christine e Matt se despedem da jovem moça. Ao fecharem a porta, Christine pergunta:
_o que achou da Suzi, meu amor?
_ela é uma pessoa bacana, Christine! _diz o marido.
_hum. É verdade, Matt! Ela é um amor de pessoa. Até hoje fico me perguntando: quanta coragem ela teve de enfrentar aquele bandido ontem? Matt é porque você não estava lá, mas eu vi tudo. Suzi provou á todos que ela não tem medo da violência. Ela agiu sozinha e conseguiu me livrar de um grande perigo._conta Christine, surpresa.
Matt fica pensativo por alguns instantes.
_bom, eu vou ver o nosso filho! _diz a esposa, se afastando.
De repente, Matt reflete sozinho:
_qual será o jogo dela hein?
Ao entrar no quarto, Christine troca de roupa enquanto Matt, sentado na beira da cama, tira os seus sapatos.
Ela se aproxima e o beija carinhosamente.

Matt e Christine

Matt a joga na cama e começa a enchê-la de beijos por todos os lados. De repente, ela hesita um pouco e ele pára.
_O que foi?
_Faz um tempo que você não me pega assim.
_Hum. Se você não quiser, tudo bem!
_Relaxa, Matt! Eu te amo muito e quero você comigo nesta cama. Quero ser amada de todas as formas.
_Eu vou te amar, de todas as formas. _diz Matt, continuando a beijá-la fortemente.


Christine se rende aos encantos do marido, mas de repente, um pensamento desvia a atenção dele, fazendo ele travar um pouco. Era a lembrança de Suzi, que atrapalhou o momento. Matt não consegue continuar e isso deixa Christine estranha.
_Aconteceu alguma coisa?
_Desculpa, mas acho que não consigo.
_Tudo bem! _diz ela, se afastando e virando de lado.
_Christine...
_Matt, vá descansar! Você deve estar trabalhando demais.

No dia seguinte, Matt decide se abrir pra Smith e contar-lhe toda a situação que anda acontecendo em sua vida pessoal.
_então a Christine conhece a sua amante?
_sim. E as duas se tornaram amigas.
_nossa! E agora, o que você irá fazer, meu amigo?
_Sr. Smith, eu estou enrolado numa situação péssima. A Suzi ainda tem esperanças de ficar comigo, mas eu não posso continuar me envolvendo neste jogo de sedução. Eu amo a Christine!
_Matt, se você não quer mais se envolver com a Suzi, você precisa se afastar dessa mulher. Já imaginou se a sua esposa descobre que a melhor amiga é sua amante?
_e você acha que eu não pensei nisso? Eu penso nisso o tempo todo! E cá pra nós, eu não estou mais ficando com ela.
_o que a Suzi é de verdade pra você? O que ela representa em sua vida?
_quando estou ao lado dela, eu me esqueço de tudo. Esqueço dos problemas familiares, do caso da Regina Winston, enfim, tudo. É como se eu estivesse hipnotizado. É loucura, eu sei, mas é a pura verdade! Eu sou outra pessoa quando estou ao lado da Suzi.
_ela parece que te enfeitiçou, Matt! Você está perdidamente alucinado por essa mulher e o sexo entre vocês não há limites. Certo ou errado?
_bom, o senhor está falando o que é certo. É assim mesmo que eu me sinto em relação á esta mulher. Ela é puro fogo. E cada vez que a toco, essa chama se acende cada vez mais.
_Matt, não minta pra mim mas vocês ainda se encontram?
_Ultimamente não tinha ido a casa dela.
_E quanto a você e Christine? Como anda a vida sexual de vocês dois?
_Eu não consegui transar com ela ontem.
Sr. Smith fica sério e toma mais um pouco de café.
_acho bom você tomar cuidado! Quando existe um desejo ardente no meio de muitos conflitos, o coração não pode ser substituído pela razão. É preciso ter consciência do que realmente está fazendo. Não se esqueça que a sua família é importante, acima de tudo.
_diz o delegado, convencido de que Matt está se sentindo perdido e confuso com os seus sentimentos.

Algumas horas depois, Feliciano toma seu café quente quando Matt bate á porta. Ele o atende gentilmente.
_bom dia, Sr. Feliciano! _pergunta o policial.
_bom dia! _responde o escritor.
_Meu nome é Mathew e sou policial investigativo. Eu gostaria de fazer algumas perguntas sobre Regina Winston.
_Regina? Mas o que você quer saber sobre a minha ex- mulher?
_apenas farei perguntas simples que possam esclarecer alguns fatos que levaram á ocorrer o  falecimento da sua ex-esposa.
_tudo bem! Entre! _convida Feliciano. _espero que seja rápido, pois tenho um compromisso mais tarde.
_claro. _diz o policial entrando e se sentando no sofá.
_pois bem! Pode fazer as perguntas. _diz Feliciano, se prontificando á responder.
Matt se organiza e inicia o questionário.
_você foi marido de Regina, né?
_sim. Fomos casados por dezessete anos.
_hum. E qual foi a última vez que viu Regina antes de sua morte?
_faz muito tempo, desde que nos separamos. Estávamos diante do juiz acertando o nosso divórcio. Regina parecia bem e convicta de sua atitude. Eu só queria mesmo era ter paz.
_paz? Pode ser mais claro?
_Regina me fez sofrer demais, Mathew. O nosso casamento foi um verdadeiro fiasco. Não era pra ter acontecido, porque o verdadeiro amor de Regina era o melhor amigo dela: Olivier, que provavelmente você já deve estar ciente. Talvez foi por causa dele que a gente não demos certo. Mas isso agora não é mais problema! Nos separamos e cada um seguiu sua vida. _diz o escritor, lamentando-se.
_e quanto ás amizades dela, Sr. Feliciano? Soube que você não gostava das amizades de Regina e que a mantinha afastada até mesmo de sua família.
_eu jamais afastei Regina dos amigos e da família. Eu sempre a preservei. Regina saía muito de casa e eu não gostava disso. Sabia que ela tinha um caso com Olivier, portanto, sempre fiquei contra a idéia de ela sair sozinha. Mas quanto á tia dela, eu jamais a impedi de vê-la. Regina visitava Juliet e vice versa.
_você sempre acreditou que Dinorah era confiável? Por quê?
_simples. Dinorah era uma boa mulher e Regina estava muito ligada á ela. Eram como se fossem irmãs.
Regina nunca mediu esforços pra ajudá-la. Sempre a apoiou!
_então, Dinorah era a única amiga que realmente ficou do lado de sua ex-mulher?
_bom, quando ela teve o caso com Olivier e pensou em se separar de mim pra ficar com ele, Dinorah, por mais que conhecesse a amiga e que a tratava bem, se opôs. Ela ficou do meu lado, mas Regina não dispensou sua amizade. Dinorah deixou bem claro a sua opinião sobre as atitudes da amiga com relação ao nosso casamento. Resumindo, a amizade das duas continuou normalmente.
_e não houve nenhum tipo de atrito entre as duas neste período?
_não, porque Regina e Dinorah se respeitavam. Embora tivesse opiniões diferentes, as duas nunca deixaram os problemas se misturar com a amizade que tinham. Até Justine tinha ciúmes da Dinorah e Regina, porque as duas estavam sempre juntas.
_entendi! E o que você acha deste acidente com Regina? Será que foi proposital mesmo?
_foi até bom ter mencionado esse assunto. Pelo que eu conheço a Regina, ela não tinha inimigos. Mas eu acredito que deva haver algum motivo pra ela vir á falecer desse jeito.
_motivo? Alguma coisa em mente?
_eu não sei explicar, senhor policial, mas talvez a resposta que você procura, o próprio Olivier vai lhe dizer.
_Olivier? Por que ele teria essa resposta?
_simples. Porque conforme eu disse, Regina se separou de mim por causa dele e talvez ele saiba o que realmente houve de fato pra este acidente acontecer.
_diz Feliciano, parecendo ser sincero em sua resposta. Matt fica sério, mas não exclui a hipótese do escritor estar correto em sua convicção. Olivier pode sim, saber de fato o que estava acontecendo com Regina Winston.

O tempo passa e Matt não consegue disfarçar que ainda sente algo por Suzi. Os dois se encontram quase todos os dias e o seu pensamento não está mais voltado ao seu trabalho e a sua família. A maioria dos encontros acontece no hotel sempre no final da tarde. Suzi, com um olhar provocante e um sorriso encantador e Matt, com aquela expressão de bobo e ansiedade. São horas de abraços, beijos e momentos de prazer dia e noite. Drinques, coquetéis, rosas sobre a cama, um verdadeiro oásis. Havia um jogo de envolvimento entre os dois que não tinha restrições. Suzi se entregava de corpo e alma á Mathew e gemidos se ecoavam por todo o quarto. Depois do ato sexual, o casal decide conversar um pouco.
_eu adorei a nossa noite! _diz Suzi, beijando seu pescoço.
_eu também gostei, mas agora eu quero saber uma coisa de você! _ele se vira e a encara._qual é o seu jogo, Suzi?
_jogo? _ela pergunta séria.
_sim. Seu jogo? _ele a questiona. _até hoje a sua atitude naquele supermercado não me convence.
_Matt, deixa de ser bobo! Eu apenas livrei a sua mulher de um assalto. Não houve jogo!
_eu quero muito acreditar nisso, mas não consigo! Existe algo em você que eu não sei explicar. Talvez eu não consiga enxergar, perceber. Suzi, a sua beleza é tão misteriosa demais!
Suzi dá de ombros e tenta disfarçar.
_Matt, eu sou apenas sua. Você pode fazer o que quiser de mim, meu amor! Vem, me beije! Me chame de tesão como me chamou a noite toda! Me lambuza do teu gozo!
_Eu estou falando sério, Suzi! Quero saber a verdade.
_Essa conversa está ficando chata já.
Matt não reconhece a expressão de Suzi e percebe que existe algo diferente em seu jeito de se expressar.
_eu vou embora! _ele se prepara pra se arrumar.
_eu fiz algo errado? Por favor, fique mais um pouco!
_ela diz.
_não, Suzi! Eu realmente preciso ir. Obrigado por mais uma noite agradável! _e sai porta afora, a deixando desolada.

Suzi se veste com uma camisola transparente e vai direto ao guarda-roupa, onde tira da gaveta, um revólver calibre38.
_espero que eu esteja fazendo a coisa certa! _ela pensa sobre a cama com o revólver nas mãos.

Perigosa

Sr. Smith conversa pelo bate-papo virtual quando o telefone toca. Ele decide atender, quando do outro lado da linha, D. Juliet lhe revela algo assustador.
_preciso dizer algo de suma importância: proteja a Brendha, filha de Dinorah. Regina amava muito aquela menina e ela não se perdoaria se acontecesse algo á ela. _diz a senhora, aflita.
_a filha de Dinorah? Posso saber o motivo, D.Juliet?
_não posso falar mais nada. Desculpe! _ela desliga de súbito e ele se preocupa.
_preciso falar com o Matt agora! _ele decide ligar em imediato.
Matt atende num só toque e o delegado transmite a informação.
_não se preocupe, eu vou à casa dela agora!_diz o policial.
Matt desliga o telefone e entra no carro. Ele decide rumar até a casa de Juliet. Ao chegar na esquina da casa da tia de Regina, ele estaciona o carro e sai. De repente, a casa da velha senhora explode, lançando pedaços de telha em pleno ar. O fogo se espalha rapidamente e Matt se desespera.
_D. Juliet! Nãoooooo!_ele grita inconformado e se agonia de raiva. _Oh meu Deus! Por quê?
Alguém observa a cena do outro carro e acende um cigarro.
Matt se sente arrasado e desabafa em uma ligação com o delegado.
_ela não merecia isso, Sr. Smith! _diz Matt, se lamentando. _precisamos parar essa onda de homicídios.
_eu entendo a sua aflição, Matt! Mas vamos tentar raciocinar: a pessoa que cometeu este crime bárbaro com Juliet vai agir novamente e a próxima vítima seria a Brendha, filha de Dinorah. Antes de morrer, D. Juliet deixou bem claro que algo poderia acontecer á menina e que precisamos protegê-la.
_você está certo, Sr. Smith, mas a Brendha não está protegida?
_bem, alguns homens de minha confiança estão a mantendo segura. Ela e a família. Porquê?Acha que algo vai acontecer á ela?
_Sr. Smith, algo me diz que tem alguma coisa errada. Telefone para os seus contatos e procure saber como está a Brendha e a família dela agora. Não podemos deixar mais nada de ruim acontecer com amigos próximos de Regina. _diz Matt, sensibilizado.
_claro. _diz o delegado, consentindo e discando o número rapidamente.

Alguns dias depois, Matt resolve se encontrar com Suzi novamente, que o recebe gentilmente como de costume.
_sabia que viria, Matt! _diz ela, desabotoando a blusa.
_eu não vim pra isso, Suzi! _diz Matt. _preciso que se afaste da minha família.
_eu não estou entendendo. _diz a jovem.
_eu não quero te ver com a Christine. Por isso, eu vim dar um basta na situação antes que seja tarde demais.
Suzi abotoa a blusa novamente e diz:
_tudo bem! Se você quer tanto que eu me afaste de sua mulher, eu me afasto, sim!
_nossa! Muito obrigado! Você me deixa aliviado, Suzi.
_eu estou fazendo isso por você, meu amor! _diz ela, servindo um drinque. _mais alguma coisa que eu deva fazer por você?
_isso é tudo. _diz Matt, bebendo alguns goles e dando de ombros.
De repente, ele se vira e observa a jovem quase despida em sua frente e diz:
_pensando melhor, acho que eu tenho mais um pedido á lhe fazer. Embora eu possa me arrepender depois, mas você, Suzi me tira totalmente do sério. _diz ele, tirando da sua mão o copo de uísque e a beijando ardentemente. Suzi se rende, agarrando-o ao seu corpo forte e atlético e deslizando suas mãos até a região da cintura.
_você é louca, sabia? _ele murmura em seu ouvido,a colocando contra á parede.
_eu? Você não me conhece nem um pouquinho._ela responde, com um ar irônico, fazendo-o respirar fundo e deslizando a boca a partir do umbigo pra baixo.
Matt afaga os cabelos de Suzi, enquanto ela abre devagar o zíper de sua calça.
_Você não vai fazer isso, né?
_Relaxa! _ela responde, levando ele ao delírio.

Enquanto isso, Christine lê um livro enquanto espera o marido chegar do trabalho e observa Renan num sono tranqüilo.
_onde você se meteu, Matt! _ela fica pensativa ao olhar o relógio.

No condomínio, Suzi acorda Matt depois de horas de sono.
_que horas são? _ele pergunta, despertando.
_são sete da manhã, querido! _ela responde.
_oh, não! Eu não acredito._ele se levanta ás pressas.
_por que não me acordou mais cedo?
_ora essa, querido, você estava num sono bom que eu preferi não acordá-lo. Ultimamente, você anda precisando de um bom descanso. _ela diz.
_droga! O que vou dizer á Christine? Que loucura que eu fui fazer na minha vida!_ele põe as mãos sobre a cabeça.
_você se preocupa tanto, Matt! Christine vai entender os seus motivos de não ter chegado em casa mais cedo.
_você não conhece a minha mulher, Suzi! Eu nunca dormi fora de casa. _diz ele, se arrumando ás pressas. _Não tenho mais vida de solteiro como antes.
_hum. Que fofo! _ela zomba.
_a culpa é sua, Suzi! _ele diz, irritado.
_a culpa é minha agora? Matt, não sou eu que vou na sua casa te procurar. Você é que sente a minha falta. Por que não reconhece de uma vez que não pode ficar sem o meu cheiro, meu corpo, meus lábios? Você me adora, Matt! Admita pra sim mesmo!
_eu devo estar mesmo doido,Suzi!
_Matt, sabe de uma coisa? Eu estou cansada dos seus medos e do seu papinho furado. Por que não toma uma iniciativa de homem de verdade e deixa de ser tão infantil?
_como é que é? Suzi, eu tenho uma família. Tenho uma esposa maravilhosa e um filho lindo.
_ah, por favor, Matt! Não vem com esta mesma história de novo. Eu estou cansada, ouviu bem, de te ouvir dizer que possui uma família, que possui isso e aquilo. Por que você me procura afinal? Matt, eu não sirvo só pra sexo. Eu tenho sentimentos também. Eu não sou um poço pra você vir jorrar teu sêmen, não!
_Suzi, me desculpa tá! Pode ficar tranqüila que eu vou desaparecer da sua vida e que jamais vamos nos esbarrar de novo.
_Pára Matt! Você diz que vai desaparecer mas no fundo, vai me procurar. Vai continuar traindo Christine comigo, sabe por quê? Porque eu deixo você aceso a noite toda. O dia todo. Eu te deixo maluco.
_Pior que você tem razão. Eu fico louco por você.


_vá embora, Matt! Você pode estar confuso, perdido, mas eu não estou aqui pra ser simplesmente um objeto sexual seu. Eu ainda te recebo nesta casa porque eu te amo de verdade e quero muito construir uma relação ao seu lado. Mas como você possui uma família invejável, eu não quero ser o pivô de sua separação.Só me procure quando realmente perceber os seus sentimentos pela minha pessoa. _ela se levanta e abre a porta pra ele sair. _agora eu preciso ficar sozinha! Por favor, saia!
_Isso é verdade? Você me ama?
_Vá embora Matt! Me deixa em paz por favor!
Matt abaixa a cabeça e sai porta afora consentindo. Suzi fecha com força.

Horas depois ao chegar em casa, Matt joga as chaves sobre a mesa do centro e segue para o corredor. Ele abre a porta do quarto de Renan e o encontra dormindo
tranquilamente. Depois, vai direto para o seu quarto onde encontra Christine sentada sobre a cama.
_bom dia! _ele a cumprimenta. Christine o encara friamente e responde:
_bom dia, Matt! Posso saber por que chega á esta hora?
_Christine... _ia dizer ele, quando ela a detém.
_Matt, você nunca dormiu fora de casa. O que está havendo?
_amor, eu posso explicar. _diz ele, tentando tranqüilizar a situação. _eu tive que trabalhar até tarde nas investigações.
Christine o encara mais uma vez.
_deixa de mentiras, Matt! Eu liguei para o Sr. Smith e ele me disse que você tinha saído mais cedo.
_então, eu fui visitar alguns amigos próximos de Regina. Você não soube do ocorrido com D. Juliet? Eu tenho que pegar este assassino que anda rondando a cidade fazendo vítimas e causando terror._ justifica-se Matt.
Christine consente e fica em silêncio por alguns instantes.
_desculpa não ter dormido em casa. Eu sei que você deve ter ficado preocupada comigo, mas está tudo bem agora. Tudo o que eu preciso é de uma ducha quente e algumas horas de sono._diz Matt,tirando a roupa e indo para o banheiro.
_Está desculpado, Matt! Vá tomar seu banho!
Christine dá de ombros e resolve ir pra cozinha preparar um café.

Suzi recebe a ligação misteriosa outra vez e a conversa promete não ser das melhores.
_por que está diferente com o seu homem hein? _a voz pergunta bravo do outro lado da linha.
_você não é o meu homem e eu estou cansada! Cansada de tudo, ouviu bem?
_vagabunda! Você está traindo toda a confiança que depositei em sua pessoa.
_olha aqui, você devia me agradecer por Matt estar em minhas mãos, porque se não fosse por mim, meu amor, ele jamais estaria tão envolvido pela minha pessoa. Eu estou te quebrando um galho e você devia me agradecer muito.
_como você é tão generosa, né? Eu te conheço muito bem e sei de onde você veio, Suzi. Você não joga pra perder. Alguma eu sei que você está aprontando e eu vou te parar o mais depressa possível. Esse jogo é meu e não teu!
_se você acha que eu estou jogando com você, então porque não assume logo as suas responsabilidades e deixa de lado um pouco o seu ar misterioso? Quero ver se você tem coragem de enfrentar os riscos á esta altura do campeonato.
_como você é maliciosa, Suzi! Ás vezes, eu tenho vontade de matá-la, mas sei que não posso fazer isso. Tenho dívidas com você e te matar agora, prejudicaria todos os meus planos.
_claro, porque sem a mim, meu bem você não chega aonde quer. Lembre-se de algo: se o Matt se sentir ameaçado, fique certo que o jogo vira e eu mudo minhas táticas.
_o que significa que você fica contra mim?
_sim, mas com certeza você não viverá pra contar a história. _diz ela firme e grossa.
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