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domingo, 20 de agosto de 2017

Atração Fatal (Seriado 9/10)

video

Diante da porta está Christine com a chave na mão disposta a abrir o apartamento de sua rival. Cenas de Suzi e Matt viram retrospectivas em sua mente. Mas nada a impede de continuar firme em sua decisão e desmascarar os dois amantes de uma vez por todas. Ela abre a porta com cuidado para não fazer barulho e ouve vozes, que saem do quarto. Com passos leves, ela se dirige até o quarto e assiste a cena que seus olhos jamais queriam ter visto. Suzi estava se sentindo nas nuvens ao lado de Mathew que também parecia á vontade. Christine se sentiu mal, péssima, completamente no chão e sua mente só dizia uma coisa: que entrasse naquele quarto e despejasse tudo o que estava se sentindo. Ela tentou  se manter calma naquele momento e nem mesmo as lágrimas que caíam dos seus olhos, a faziam desistir de sair dali. Afinal porque desistir? Não adiantaria fechar simplesmente fechar os olhos pro que estava ocorrendo em sua vida e ir pra casa, fazer as tarefas do dia-a-dia e dizer a mesma ladainha pro filho de que o pai estava trabalhando e logo, estará de volta. E toda aquela raiva se transformou em verdadeira fúria. Com os nervos a flor da pele, ela não hesitara. Apenas deixou-se levar pela sua atitude de mulher traída e com ódio dos dois, entrou naquele cômodo.

A hora da surpresa

_sua salafrária, bandida! Como você pode fazer isso comigo? Vagabunda! _entra Christine, irada com a cena que vê, sem se importar de que estavam totalmente nus naquele quarto.
Suzi e Matt ficam perplexos ao encontrá-la ali naquele exato momento.
_Christine, eu posso explicar tudo. _diz Matt, tentando controlá-la.
_Cala a boca, Matt!_ela lhe dá um tapa no rosto e o empurra contra o chão, fazendo-o bater com a cabeça na parede.
Suzi decide partir pra cima de Christine e as duas caem na briga.
_sua ordinária!_ela soca a face de Suzi e a joga no chão, lhe dando murros e puxando seus cabelos.
Matt fica desesperado e tenta afastar as duas.
_me solta que eu quero acabar com a vida dessa mulher! _diz Suzi, furiosa.
Christine se levanta do chão brava e Matt pede pra ela ir embora, controlando Suzi com o braço esquerdo e impedindo-na de avançar sobre a mulher.
_pode ficar tranqüilo, Matt! Eu vou embora. Eu não tenho mais nada pra fazer aqui neste lugar. Ah, e antes que eu me esqueça: fique com ela, Matt! Sei que ela vai te fazer mais feliz do que eu, porque vocês dois realmente se merecem. _diz Christine, com um olhar sério e totalmente descomposta.
Suzi a encara com um olhar sério e Matt fica sem palavras.
_Nunca mais quero ver a sua cara, bandida! Safada!
_ela diz á rival e sai porta afora._Fingia ser minha amiga, mas no fim não passava de uma cobra apenas. Eu te odeio, Suzi! Sua ladra de maridos! _diz ela, saindo porta afora imediatamente.
Matt decide ir atrás de Christine e Suzi o impede.
_já não basta o que ela causou aqui, Matt? Por que vai atrás dela?
_porque ela ainda é a minha mulher. _diz Matt, revoltado e saindo porta afora também.
Suzi se lamenta com tais palavras.
Dias se passam e o delegado recebe o telefonema do desconhecido seqüestrador de Brendha, marcando o encontro para tal horário a fim de negociar a troca do dinheiro pela menina. Matt é comunicado do encontro e decide se preparar pra agir. Já Christine decide pedir a separação e pensa em levar o filho Renan pra casa de uma irmã que mora em outra região próxima dali. Embora não concorde Matt não consegue impedir a atitude da esposa e promete que não desistirá de seu próprio filho. Christine e Renan decidem pegar o ônibus na estação.
_tem certeza de que quer mesmo fazer isso?_questiona Matt.
_eu preciso, Matt! Vai ser necessário nos afastarmos um pouco. _diz Christine. _Espero que você fique bem!
_eu vou sentir muito a sua falta. Você e a do nosso filho!
_Matt, por favor, chega de lamentações! Você não vai se afastar do seu filho por muito tempo. Eu vou permitir que o visite. Renan precisa de um pai, mesmo que ele seja ausente. _diz ela, rígida.
_por que está sendo tão dura comigo? Eu já não lhe pedi desculpas por tudo que lhe causei?
_desculpas não é o suficiente. Você deveria saber disso, Matt! Mas não quero discutir com você sobre esse assunto de novo.
Matt abaixa a cabeça e abraça o filho Renan.
_pai, eu não quero ir embora sem você!
_eu vou estar sempre por perto, meu filho! Assim que meu trabalho terminar, eu vou te visitar na casa da sua tia. Eu prometo! _diz Matt, triste.
_pai, eu te amo! _diz Renan, com lágrimas nos olhos e abraçando fortemente Matt.
_eu também, meu filho! Eu também te amo muito,viu? Você é tudo na minha vida. Promete uma coisa para o seu pai?
_sim, pai! _diz Renan, atento, se afastando um pouco.
_promete que vai cuidar de sua mãe? Ela precisa de você, meu filho!

Prometo, pai!

_prometo, pai! Prometo, sim! _diz Renan, entristecido.
_bom garoto! Agora, você precisa ir antes que perca o ônibus. E lembre-se: seu pai te ama muito e nunca vai te abandonar.
Christine interfere a conversa dos dois e diz á Renan:
_filho, o ônibus chegou! Precisamos ir agora!
Matt acena pra Renan, que acompanha a mãe até a porta do ônibus.
_Christine, saiba que eu não vou desistir do Renan.
_diz o policial, determinado.
_eu sei disso, Matt! Mas não se preocupe: nosso filho estará bem e você poderá visitá-lo sempre que possível. _diz ela, entrando com o filho no ônibus, que se prepara pra partir.
De repente, o telefone toca e Matt atende.
_Matt, é Smith! Está pronto pra ir ao encontro?
_ah, claro! Eu já vou agora pra lá, Sr. Smith!
_e quanto á Christine e Renan?_ele pergunta._eles realmente foram embora da cidade?
_sim, Sr. Smith! É difícil te falar isso, mas eu vou sentir muito a falta deles. _diz Matt, triste. _mas o que posso fazer né?
_é verdade, Matt! O que podia fazer? E agora, como será a sua vida sem a Christine e o Renan?
_a vida continua, Sr. Smith e agora, eu estou determinado á terminar de uma vez por todas com esse caso da Regina Winston. _diz Matt, equilibrado e convicto de que vai resolver logo o crime que anda deixando todos preocupados e temidos.
Sem perceber, alguém o observa disfarçadamente.
Enquanto isso, Suzi liga para o desconhecido e comunica-lhe que Christine está fora da cidade com o filho, o qual o caminho estará livre pra ela e o policial Mathew. O desconhecido avisa que a prostituta deve continuar seguindo o plano normalmente, pois em poucas horas, conhecerá o policial de perto e que fará suas negociações.
_o que você está planejando com este encontro?
_pergunta Suzi, curiosa.
_eu vou entregar á ele todas as respostas que ele procura. A morte de Regina, a morte de Anderson, Dinorah e D.Juliet.
_então, você está por trás do caso de Regina Winston? Muito interessante!
O desconhecido sorri e continua.
_Suzi, existem muitos segredos envolvidos neste caso. Você nem imagina!
A jovem fica com uma expressão séria no telefone.
Horas depois, Matt chega numa estação ferroviária abandonada, local marcado pelo seqüestrador e em uma de suas mãos, ele carrega uma mochila em que está armazenado o dinheiro que fora pedido em troca da liberdade de Brendha. Afastado dali, Sr. Smith espera o sinal do policial pra agir. Matt se preocupa, mas também não demonstra receio. Agora era tudo ou nada e ele tinha que correr esse risco. Enquanto isso, alguém chega de carro e estaciona numa esquina ao lado.
_que demora! O que será que ele está aprontando?
_pensa Matt, sério.
De repente, ele decide gritar.
_Olá!!!!!! Alguém está aí? Eu acabei de chegar. Por favor, me responda!
Depois de alguns minutos sem resposta, Matt decide se sentar num banco de madeira e resolve esperar um pouco mais. Sempre atento ao relógio, ele já estava se cansando de esperar.

Cansei de esperar

_o que será que está havendo com Matt? Ele está demorando muito á dar o sinal pra gente avançar._diz Sr. Smith á um dos oficiais que o acompanham na operação.
_pode ser que ele esteja em perigo, senhor!_responde um dos policiais que estava por perto.
Sr. Smith fica pensativo.
Matt decide cancelar a operação e sem esperanças de que vai encontrar Brendha por ali com os bandidos, ele decide se preparar pra ir embora, quando um desconhecido o chama pelo nome.
Matt vira-se pra responder.
_pediram pra eu levá-lo até eles. _diz um homem forte e alto.
_ótimo!  E como vou saber que Brendha está bem?
_pergunta Matt.
_não se preocupe! Você já vai encontrá-la. Me acompanhe! _diz o homem, deixando-o ir na frente.
Matt segue até um velho depósito e o homem o manda abrir a porta. Ele obedece e ao abrir a porta, ele encontra as paredes marcadas com os nomes das vítimas mortas inocentemente: Regina, Dinorah e Juliet. A surpresa maior foi quando ele leu a seguinte frase: Os próximos são Justine, Olivier e Christine. Quando ele ia se virar pra falar com o tal desconhecido, um golpe é acertado em sua nuca, que o faz cair fortemente ao chão.
Mais tarde, Matt desperta e se sente confuso ao ver que estava numa grande sala toda iluminada, com as mãos amarradas por trás da cadeira e seu corpo quase despido envolto por correntes fortes e presas. De repente, a porta se abre e surge um homem negro com boné e roupa de marca famosa e com um cigarro na boca. Ele tira os óculos pretos e encara fixamente o policial, que pergunta:
_onde estou e o que vai fazer comigo? _diz Matt, sentindo dores em sua nuca.
_não se preocupe! Você está seguro conosco. Só não posso te falar ainda onde você está porque temos muito á conversar.
_eu quero saber da Brendha. Como ela está?
_vai bem, Mathew. _ele responde.
_posso saber o que você quer de mim?
_claro. Você se lembra do velho depósito e das marcações na parede?
_como eu poderia esquecer. Me diga: você também pegou Christine e o meu filho?
_policial Mathew, eu costumo responder perguntas ordenadamente. Então, eu vou te responder a primeira pergunta que fez: O que eu vou fazer com você, exato?
_se for assim, tudo bem! Exato! _consente o policial.
_bom,  o que eu vou fazer com você é o seguinte: eu lhe trouxe aqui porque quero ajudá-lo á desvendar todo o mistério que envolve o caso Regina Winston e também particularmente a sua vida.
_minha vida? Onde eu e a minha família entramos nesse assunto da Regina?
_simples. Você, Matt é a chave principal do caso Regina Winston! Vou ser mais específico, caso não esteja entendendo. A sua relação com este caso não é nada incomum. O fato, policial Mathew é que existe uma relação muito forte entre você e a família de Regina. Você não sabe, Matt mas Regina o adotara como um filho secreto. Feliciano e nenhum de seus amigos sabiam desse fato e a única que guardava esse segredo era a sua tia Juliet, que sempre deu um jeito de te sustentar ás escondidas.
_quer dizer que Regina era como se fosse uma mãe pra mim e Juliet sabia disso? Cara, você deve estar doido! Eu não faço parte da família Winston.
Ele dá um sorriso largo e mexe com a cabeça, dando á entender que ele não sabia nada á respeito desse fato.
_As coisas não parecem ser o que são Matt. Regina te conheceu na rua logo depois que seus pais vieram á falecer. Você não se lembra?
Mathew fica sério por alguns instantes e relembra cenas do passado.
“_Oi, tudo bem? _pergunta uma gentil mulher á ele, que se sentia triste e desamparado. _você quer ir pra casa? Onde você mora, meu bem?
_eu não tenho pra onde ir,senhora._ele respondeu, inocentemente.
_entendi. E os seus pais, querido? Onde eles estão?
Houve um momento de prantos e ela abraçou-lhe fortemente.
_não se preocupe, querido! Eu vou te levar para um lugar tranqüilo, longe das ruas onde você possa ser feliz, ok!_diz ela, o pegando pela mão._Não tenha medo, meu bem! Você vai ficar bem.”
Matt desperta das lembranças e encara o desconhecido fixamente.
_lembrou-se agora como tudo começou?
_não entendo. Se Regina me adotara como um filho, porque eu fui cuidado pelo Sr. Smith durante a minha adolescência?
_Regina conseguiu um lar de adoção pra você, Matt! Você viveu um tempo numa casa de abrigo e depois que completou maioridade, conheceu o delegado, á qual lhe deu um emprego e te ajudou á ingressar na carreira da polícia. Pelo menos disso você deve se lembrar muito bem, né?
_com certeza, só não sabia que Regina tinha me ajudado na época.
_ela te ajudou sim Matt, mas ela nunca quis se identificar pra você porque Feliciano na época estava de compromisso marcado com ela e ele não gostava de crianças. Regina fora uma mãe pra você!Tanto que quando você saiu do abrigo e foi morar com o Smith, ela ficou péssima e decidiu seguir a sua vida, ou seja, cumpriu seu papel de boa samaritana.
_eu não sabia disso! Quem é você, afinal e qual é o seu interesse nesta história?
Ele sorri um pouco e continua:
_Mathew, você não quer saber as respostas que tanto procura? Bem, eu posso te levar até elas.
_ainda não entendi a sua jogada.
_sabemos que você foi o protegido de Regina durante a sua infância. De início, tudo certo! Mas o que houve depois, você nem sonha ter acontecido. Matt, existem mais coisas que vão deixar você perplexo e que se eu contar-lhe, não teria graça. Então, vou te deixar ver para que você saiba quem é quem nesta vida.
_me deixar ver? O que afinal está dizendo seu  idiota?
_questiona Matt, confuso.
Ele pede pra que tragam uma pasta e um dos comparsas o entrega em mãos.
Abrindo a pasta, ele tira algumas fotografias e mostra á Matt.
_essas fotos foram tiradas no dia da morte de Dinorah. Matt fica surpreso ao ver a fotografia e ele continua.
_reconhece essa pessoa que está saindo do carro uma hora antes de Dinorah sair do apartamento?_pergunta o desconhecido.
_reconheço, sim! É o delegado, pra quem eu trabalho. Por quê?
_simples, meu caro rapaz. Por que será que o delegado estava naquela noite e naquele mesmo endereço onde estava Dinorah? Você seria capaz de raciocinar, Matt?
_isso é loucura! O delegado estava apenas verificando o local. Ele não estava ali por acaso. Essa foto não prova nada!
_Certo e o que você me diz sobre essas aqui? _ele joga todas as fotos na mesa, onde aparece o delegado em todas elas.
_Isso é um absurdo! Totalmente inaceitável!
_Tão inaceitável que a polícia não conseguiu proteger as vítimas dos homicídios né? Que descaso tolo!
Matt fica confuso ao ver as cenas dos crimes, mas volta a fazer a sua pergunta que ficou despercebida no início da conversa:
_você me disse a sua jogada, mas quero saber da Christine e do meu filho Renan? O que fez com eles?
O desconhecido encara o policial friamente e diz:
_essa resposta você terá em breve, meu caro!

*Este mesmo conteúdo também se encontra no novo site www.conectandoasideias.com
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